Eleição do Conselho Municipal de Cultura
será em setembro
Em setembro, a Fundação Municipal de Cultura (FMC) vai realizar, pela primeira vez, a eleição do Conselho Municipal de Cultura. Trata-se de um processo muito aguardado pelos profissionais do setor cultural e pela população de Belo Horizonte de modo geral. A constituição desse órgão representativo significa que a sociedade civil terá participação efetiva na elaboração e na execução das políticas públicas para a área cultural no município.
No dia 11 de setembro, serão eleitos em assembleia setorial seis membros titulares e suplentes do setor cultural e no dia 18 serão realizadas assembleias regionais para a eleição dos nove membros titulares e suplentes, representantes de cada regional. Os cidadãos interessados em participar da eleição do Conselho têm até o dia 7 de agosto para apresentar o formulário de inscrição preenchido e os documentos listados em edital disponível no site da FMC.
Origem
De acordo com o diretor de Ação Cultural da FMC, Rodrigo Barroso, os três níveis de governo, desde 2003, preparam-se para a implantação dos sistemas nacional, estaduais e municipais de cultura. Ele explica que Belo Horizonte assinou, em 2005, protocolo de intenção, aderindo ao sistema preconizado pelo Ministério da Cultura. “Esse foi o passo mais importante das políticas públicas de cultura desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, que consagrou a cultura como direito de todos”, afirma.
Em 2008, foi sancionada a lei de criação do Conselho Municipal de Cultura, mecanismo que deu ao setor cultural a oportunidade de participar das decisões sobre os rumos da política cultural do município.
Os primeiros passos para a constituição do Conselho em Belo Horizonte aconteceram em abril deste ano. Na época, a Fundação Municipal de Cultura (FMC) realizou uma reunião pública, na qual foi formada uma Comissão Técnica Paritária constituída por membros da sociedade civil organizada e representantes da FMC. Seu objetivo era rever os dispositivos legais do Conselho Municipal de Cultura.
Os trabalhos dessa Comissão culminaram em uma segunda reunião pública que definiu, por votação, a minuta do novo decreto de criação do Conselho, sancionada pelo prefeito Marcio Lacerda em 18 de maio de 2011.
Estava aberto, assim, o caminho para a realização das eleições do Conselho Municipal de Cultura. Em junho, a Fundação Municipal de Cultura (FMC) disponibilizou em seu site a minuta do edital do processo de eleição do Conselho Municipal de Cultura de Belo Horizonte para uma consulta pública. Os interessados tiveram a chance de analisá-la e sugerir mudanças por e-mail. As contribuições resultantes da consulta pública foram sistematizadas por um grupo de trabalho, sendo utilizados critérios legais para incorporar as sugestões recebidas. O resultado desse trabalho foi apresentado à sociedade civil durante reunião pública, em 28 de junho, no Teatro Marília.
Na mesma reunião, foi designada uma comissão eleitoral formada por representantes do setor cultural e funcionários da FMC para coordenar e fiscalizar o processo de eleição dos conselheiros representantes da sociedade civil. Para Marco Aurélio Ribeiro, integrante dessa comissão, o fato de ser um grupo paritário dá credibilidade à eleição. “Enquanto o poder público tem uma visão, a classe artística às vezes enxerga de outra forma. Juntar esses dois pontos de vista nas discussões é fundamental”, afirma. Marco Aurélio acredita que a formação do Conselho Municipal de Cultura será um ganho para a sociedade. “Apesar de estarmos apenas no início desse processo, ele já é um avanço histórico para a área cultural”, afirma.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Política cultural
São eleitos representantes para integrar nova Comissão de Incentivo à Cultura
A Fundação Municipal de Cultura (FMC) realizou uma assembleia no Teatro Marília para eleger os representantes do setor cultural que irão compor a nova Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (CMIC). Foram eleitos seis representantes da sociedade civil. Os três artistas mais bem votados, que conquistaram o cargo de membros titulares da CMIC, são: Robson Vieira, da área das artes cênicas, Madu Dorella, de artes visuais, e Marcelo Murta, do patrimônio cultural. Os três suplentes são Richardson Santos, das artes visuais, Lubiana Mol, da literatura, e Michelle Andreazzi, da música. A CMIC conta ainda com seis representantes do poder público, que serão indicados pela presidente da FMC, Thaïs Velloso Cougo Pimentel. A posse dos membros acontecerá em agosto.
O chefe do Departamento de Fomento e Incentivo à Cultura, Cleidisson Dornelas, relembra que ao longo de seus 17 anos, a Lei Municipal de Incentivo à Cultura tem contado com a contribuição da sociedade civil na composição da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura. “Por ter caráter paritário, ela garante a representantes do setor cultural a possibilidade de participar diretamente das decisões referentes ao aporte de recursos da Lei”, afirma. Para Cleidisson, a Assembleia do dia 26 de julho refletiu a significativa mobilização do setor e contou com a participação de eleitores ligados a diversas áreas da cultura.
Participaram do processo eleitoral da nova CMIC representantes do setor cultural de Belo Horizonte, inscritos durante o processo de cadastramento, que aconteceu entre os dias 6 e 30 de junho. Ao todo, 118 pessoas apresentaram a documentação exigida e comprovaram pelo menos dois anos de atuação na área cultural, estando, portanto, aptas a votar. As vagas da sociedade civil foram disputadas por sete candidatos que representavam as áreas de artes cênicas, artes visuais, música, literatura e patrimônio cultural. O setor audiovisual não apresentou candidatos para composição da comissão.
A CMIC é formada por três representantes do poder público e três do setor cultural. Ela é responsável pela análise e seleção dos projetos culturais inscritos para obtenção de recursos por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Os integrantes dessa comissão exercem mandato de um ano, podendo ser reconduzidos uma única vez por igual período.
Conheça os representantes do setor cultural:
Titulares
Robson Vieira (artes cênicas): Ator e bailarino, trabalha com teatro e dança há quase 18 anos, tendo participado de mais de 20 espetáculos e recebido seis prêmios de melhor ator dentro e fora de Minas Gerais. É fundador de A Patela Cia de teatro&dança, ex-integrante e fundador da Cia Lúdica dos Atores e do Grupo Intervalo. Como professor, atuou em vários projetos de formação artística da cidade
Maria do Carmo Junqueira Dorella (artes visuais): Madu Dorella trabalha profissionalmente como fotógrafa. Tem estudos desenvolvidos sobre a estética do grafite e tem participado com trabalhos fotográficos de mostras, exposições e publicações. Vem atuando efetivamente em entidades ligadas à fotografia e às artes, como o Fórum Mineiro de Fotografia Autoral, a Fototech MG e o Fotoclube de Belo Horizonte, com a intenção de produzir, promover e difundir projetos importantes para o cenário cultural de nossa cidade e do nosso estado.
Marcelo Murta (patrimônio cultural): Historiador, gestor cultural e ex-aluno da escola de música do CEFAR, atuou em diversas instituições e projetos culturais nas áreas de patrimônio e memória, como Iepha, APM, FMC, Casa Fiat, além de prestar consultoria para prefeituras municipais. É parecerista do MinC e consultor da Unesco para o Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN.
Membros Suplentes
Richardson Santos (artes visuais): Cartunista formado em Licenciatura em Desenho e Plástica pela Escola de Design (UEMG), com Pós-Graduação em Projetos Editorias Impressos e Multimídia (Centro Universitário UNA). Atua na área de ilustração para livros didáticos e revistas.
Lubiana Mol (literatura): Atuou na área cultural da Prefeitura, em projetos, eventos e atividades promovidos pela Fundação Municipal de Cultura. Atualmente, é assistente executiva da Câmara Mineira do Livro.
Michelle Andreazzi (música): Foi aluna do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes e desde 2005 cursa o bacharelado em canto pela Escola de Música da UFMG. É cantora do grupo Capim Seco. Nos últimos anos, transformou alguns de seus poemas em composições musicais. É professora de canto, investigadora vocal, pandeirista e, atualmente, pesquisa e interpreta o samba de Belo Horizonte.
A Fundação Municipal de Cultura (FMC) realizou uma assembleia no Teatro Marília para eleger os representantes do setor cultural que irão compor a nova Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (CMIC). Foram eleitos seis representantes da sociedade civil. Os três artistas mais bem votados, que conquistaram o cargo de membros titulares da CMIC, são: Robson Vieira, da área das artes cênicas, Madu Dorella, de artes visuais, e Marcelo Murta, do patrimônio cultural. Os três suplentes são Richardson Santos, das artes visuais, Lubiana Mol, da literatura, e Michelle Andreazzi, da música. A CMIC conta ainda com seis representantes do poder público, que serão indicados pela presidente da FMC, Thaïs Velloso Cougo Pimentel. A posse dos membros acontecerá em agosto.
O chefe do Departamento de Fomento e Incentivo à Cultura, Cleidisson Dornelas, relembra que ao longo de seus 17 anos, a Lei Municipal de Incentivo à Cultura tem contado com a contribuição da sociedade civil na composição da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura. “Por ter caráter paritário, ela garante a representantes do setor cultural a possibilidade de participar diretamente das decisões referentes ao aporte de recursos da Lei”, afirma. Para Cleidisson, a Assembleia do dia 26 de julho refletiu a significativa mobilização do setor e contou com a participação de eleitores ligados a diversas áreas da cultura.
Participaram do processo eleitoral da nova CMIC representantes do setor cultural de Belo Horizonte, inscritos durante o processo de cadastramento, que aconteceu entre os dias 6 e 30 de junho. Ao todo, 118 pessoas apresentaram a documentação exigida e comprovaram pelo menos dois anos de atuação na área cultural, estando, portanto, aptas a votar. As vagas da sociedade civil foram disputadas por sete candidatos que representavam as áreas de artes cênicas, artes visuais, música, literatura e patrimônio cultural. O setor audiovisual não apresentou candidatos para composição da comissão.
A CMIC é formada por três representantes do poder público e três do setor cultural. Ela é responsável pela análise e seleção dos projetos culturais inscritos para obtenção de recursos por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Os integrantes dessa comissão exercem mandato de um ano, podendo ser reconduzidos uma única vez por igual período.
Conheça os representantes do setor cultural:
Titulares
Robson Vieira (artes cênicas): Ator e bailarino, trabalha com teatro e dança há quase 18 anos, tendo participado de mais de 20 espetáculos e recebido seis prêmios de melhor ator dentro e fora de Minas Gerais. É fundador de A Patela Cia de teatro&dança, ex-integrante e fundador da Cia Lúdica dos Atores e do Grupo Intervalo. Como professor, atuou em vários projetos de formação artística da cidade
Maria do Carmo Junqueira Dorella (artes visuais): Madu Dorella trabalha profissionalmente como fotógrafa. Tem estudos desenvolvidos sobre a estética do grafite e tem participado com trabalhos fotográficos de mostras, exposições e publicações. Vem atuando efetivamente em entidades ligadas à fotografia e às artes, como o Fórum Mineiro de Fotografia Autoral, a Fototech MG e o Fotoclube de Belo Horizonte, com a intenção de produzir, promover e difundir projetos importantes para o cenário cultural de nossa cidade e do nosso estado.
Marcelo Murta (patrimônio cultural): Historiador, gestor cultural e ex-aluno da escola de música do CEFAR, atuou em diversas instituições e projetos culturais nas áreas de patrimônio e memória, como Iepha, APM, FMC, Casa Fiat, além de prestar consultoria para prefeituras municipais. É parecerista do MinC e consultor da Unesco para o Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN.
Membros Suplentes
Richardson Santos (artes visuais): Cartunista formado em Licenciatura em Desenho e Plástica pela Escola de Design (UEMG), com Pós-Graduação em Projetos Editorias Impressos e Multimídia (Centro Universitário UNA). Atua na área de ilustração para livros didáticos e revistas.
Lubiana Mol (literatura): Atuou na área cultural da Prefeitura, em projetos, eventos e atividades promovidos pela Fundação Municipal de Cultura. Atualmente, é assistente executiva da Câmara Mineira do Livro.
Michelle Andreazzi (música): Foi aluna do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes e desde 2005 cursa o bacharelado em canto pela Escola de Música da UFMG. É cantora do grupo Capim Seco. Nos últimos anos, transformou alguns de seus poemas em composições musicais. É professora de canto, investigadora vocal, pandeirista e, atualmente, pesquisa e interpreta o samba de Belo Horizonte.
Poesia Viva!!!
Adriana Versiani no do projeto Terças Poéticas
A poetisa mineira Adriana Versiani presta homenagem à grande poetisa norte-americana Sylvia Plath, com leituras de “Breve Dicionário de Nomes” e “Olmo e Elmo”, no evento Terças Poéticas, que acontece na terça-feira, dia 2, nos jardins internos do Palácio das Artes (avenida Afonso Pena, 1.537, Centro). A entrada é gratuita.
O projeto de leitura, vivência e memória de poesia Terças Poéticas têm a curadoria de Wilmar Silva e comemora em 2011 seis anos de realização no Palácio das Artes. Ao longo do projeto, quase 20 mil pessoas já assistiram aos recitais de poesia.
Adriana Versiani nasceu em Ouro Preto, Minas Gerais, em 1963. É autora dos livros “Dentro-Passa”, com Camilo Lara, “A Física dos Beatles” (2005), “Conto dos Dias” (2007), o virtual “Explicação do fato” (2007) e “Livro de Papel” (2009). Foi co-editora das edições Dazibao, coleção Poesia Orbital, Jornal Inferno e revista Ato. É uma das editoras do jornal Dezfaces.
Já Sylvia Plath (1932-1963) foi poeta, romancista e contista norte-americana. Reconhecida principalmente por sua obra poética, Sylvia escreveu também um romance semi-autobiográfico, "A Redoma de Vidro" ("The Bell Jar"), sob o pseudônimo Victoria Lucas, com detalhamentos do histórico de sua luta contra a depressão.
A poetisa mineira Adriana Versiani presta homenagem à grande poetisa norte-americana Sylvia Plath, com leituras de “Breve Dicionário de Nomes” e “Olmo e Elmo”, no evento Terças Poéticas, que acontece na terça-feira, dia 2, nos jardins internos do Palácio das Artes (avenida Afonso Pena, 1.537, Centro). A entrada é gratuita.
O projeto de leitura, vivência e memória de poesia Terças Poéticas têm a curadoria de Wilmar Silva e comemora em 2011 seis anos de realização no Palácio das Artes. Ao longo do projeto, quase 20 mil pessoas já assistiram aos recitais de poesia.
Adriana Versiani nasceu em Ouro Preto, Minas Gerais, em 1963. É autora dos livros “Dentro-Passa”, com Camilo Lara, “A Física dos Beatles” (2005), “Conto dos Dias” (2007), o virtual “Explicação do fato” (2007) e “Livro de Papel” (2009). Foi co-editora das edições Dazibao, coleção Poesia Orbital, Jornal Inferno e revista Ato. É uma das editoras do jornal Dezfaces.
Já Sylvia Plath (1932-1963) foi poeta, romancista e contista norte-americana. Reconhecida principalmente por sua obra poética, Sylvia escreveu também um romance semi-autobiográfico, "A Redoma de Vidro" ("The Bell Jar"), sob o pseudônimo Victoria Lucas, com detalhamentos do histórico de sua luta contra a depressão.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Política Cultural
Apoio a projetos culturais é defendido
por participantes de evento
Valorização dos servidores e dos órgãos e entidades envolvidos com a cultura no Estado, por meio da destinação de mais verbas nos orçamentos e da ampliação de fundos e mecanismos de incentivos fiscais. Essas foram as principais demandas trazidas pelos participantes do painel sobre cultura do Fórum Democrático para o Desenvolvimento de Minas Gerais, na manhã desta quinta-feira (17/2/11). Realizado no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em seu terceiro dia o evento reuniu representantes de entidades, órgãos estaduais e municipais e outros cidadãos interessados na questão cultural.
O gestor de Cultura do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha), Júlio Mourão, defendeu remuneração para os técnicos do órgão compatível com a que o mercado paga. Ele registrou que, no último concurso realizado, 50 novos técnicos foram nomeados, mas quase a metade já saiu do Iepha, em função dos baixos salários. Segundo Mourão, um historiador no órgão está ganhando menos de R$ 1,5 mil para uma jornada de oito horas diárias.
Patrimônio cultural
A produtora cultural Guiga Goulart apoiou a reivindicação do técnico do Iepha, afirmando que o órgão tem que ser melhor aparelhado para dar conta de todas as suas atividades. Destacou o levantamento do patrimônio cultural material (já com 190 bens tombados, segundo ela) e imaterial (com apenas um só registro, muito aquém do necessário, na opinião dela). Guiga Goulart informou que a reivindicação é uma das várias extraídas do seminário sobre patrimônio cultural imaterial realizado em Belo Horizonte no ano passado.
O superintendente de Bibliotecas Públicas da Secretaria de Estado de Cultura, Pedro Waldeck, sugeriu que fossem aproveitadas as diretrizes do Sistema Nacional de Bibliotecas para a elaboração do atual Sistema Estadual de Cultura. Ele entende que o sistema de bibliotecas já funciona bem no Estado e contribui muito para a capilaridade das bibliotecas na grande maioria dos 853 municípios mineiros. "Sessenta por cento dos municípios de Minas têm menos de 10 mil habitantes e possui bibliotecas precárias. Mesmo assim, muitas vezes a biblioteca é o único equipamento cultural existente na cidade", lembrou ele, advogando que essas unidades devem ter o papel de aglutinar as manifestações culturais dessas pequenas cidades.
Vereador quer retomada da Frente Parlamentar de Cultura
O vereador de Belo Horizonte Arnaldo Godoy pediu aos deputados presentes que se empenhassem na retomada dos trabalhos da Frente Parlamentar de Cultura, responsável pela criação da Comissão de Cultura da Assembleia. Godoy defendeu ainda a revisão da lei que prevê a cobrança de royalties para os municípios onde ocorre exploração mineral. Na avaliação dele, o valor pago é mínimo e inversamente proporcional à grande destruição provocada nas cidades, a maioria delas detentora de valioso acervo histórico e cultural.
O secretário de Cultura de Divinópolis, Bernardo Rodrigues, solicitou que o Estado altere a legislação fiscal para permitir que empresas de todo porte possam destinar à atividade cultural recursos provenientes da substituição tributária. Nessa linha, também o representante do Iepha, Júlio Mourão, defendeu mecanismos para induzir os municípios a utilizarem, somente na área cultural, os recursos provenientes do ICMS Cultural, o que atualmente não é exigido. Complementando, o deputado André Quintão (PT) convidou os presentes a participarem das audiências públicas de revisão do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), como forma de garantir recursos para ações na área da cultural.
Entidades - Representantes de entidades que militam no setor cultural fizeram diversas reivindicações. Aparecida Martins, da Escola de Samba Canto da Alvorada, pediu apoio financeiro do poder público para as escolas de samba. Ela acrescentou que a Canto da Alvorada, além da atividade carnavalesca, desenvolve ações culturais com crianças, jovens e idosos.
Liliane do Carmo, da Associação dos Usuários de Serviços de Saúde Mental do Estado de Minas Gerais (Assussan), solicitou aos deputados a aprovação de projeto que garanta meia-entrada para pessoas com deficiência física, incluindo aquelas com deficiência visual e auditiva. Thiago Araújo, agente cultural em Santa Luzia, defendeu ações do poder público para valorizar a identidade metropolitana. Ele também sugeriu que, nos próximos eventos similares que a ALMG promover, os temas sejam tratados de maneira transversal. Isso permitiria, na visão dele, que assuntos diferentes fossem tratados de modo mais abrangente, num mesmo painel.
por participantes de evento
Valorização dos servidores e dos órgãos e entidades envolvidos com a cultura no Estado, por meio da destinação de mais verbas nos orçamentos e da ampliação de fundos e mecanismos de incentivos fiscais. Essas foram as principais demandas trazidas pelos participantes do painel sobre cultura do Fórum Democrático para o Desenvolvimento de Minas Gerais, na manhã desta quinta-feira (17/2/11). Realizado no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em seu terceiro dia o evento reuniu representantes de entidades, órgãos estaduais e municipais e outros cidadãos interessados na questão cultural.
O gestor de Cultura do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha), Júlio Mourão, defendeu remuneração para os técnicos do órgão compatível com a que o mercado paga. Ele registrou que, no último concurso realizado, 50 novos técnicos foram nomeados, mas quase a metade já saiu do Iepha, em função dos baixos salários. Segundo Mourão, um historiador no órgão está ganhando menos de R$ 1,5 mil para uma jornada de oito horas diárias.
Patrimônio cultural
A produtora cultural Guiga Goulart apoiou a reivindicação do técnico do Iepha, afirmando que o órgão tem que ser melhor aparelhado para dar conta de todas as suas atividades. Destacou o levantamento do patrimônio cultural material (já com 190 bens tombados, segundo ela) e imaterial (com apenas um só registro, muito aquém do necessário, na opinião dela). Guiga Goulart informou que a reivindicação é uma das várias extraídas do seminário sobre patrimônio cultural imaterial realizado em Belo Horizonte no ano passado.
O superintendente de Bibliotecas Públicas da Secretaria de Estado de Cultura, Pedro Waldeck, sugeriu que fossem aproveitadas as diretrizes do Sistema Nacional de Bibliotecas para a elaboração do atual Sistema Estadual de Cultura. Ele entende que o sistema de bibliotecas já funciona bem no Estado e contribui muito para a capilaridade das bibliotecas na grande maioria dos 853 municípios mineiros. "Sessenta por cento dos municípios de Minas têm menos de 10 mil habitantes e possui bibliotecas precárias. Mesmo assim, muitas vezes a biblioteca é o único equipamento cultural existente na cidade", lembrou ele, advogando que essas unidades devem ter o papel de aglutinar as manifestações culturais dessas pequenas cidades.
Vereador quer retomada da Frente Parlamentar de Cultura
O vereador de Belo Horizonte Arnaldo Godoy pediu aos deputados presentes que se empenhassem na retomada dos trabalhos da Frente Parlamentar de Cultura, responsável pela criação da Comissão de Cultura da Assembleia. Godoy defendeu ainda a revisão da lei que prevê a cobrança de royalties para os municípios onde ocorre exploração mineral. Na avaliação dele, o valor pago é mínimo e inversamente proporcional à grande destruição provocada nas cidades, a maioria delas detentora de valioso acervo histórico e cultural.
O secretário de Cultura de Divinópolis, Bernardo Rodrigues, solicitou que o Estado altere a legislação fiscal para permitir que empresas de todo porte possam destinar à atividade cultural recursos provenientes da substituição tributária. Nessa linha, também o representante do Iepha, Júlio Mourão, defendeu mecanismos para induzir os municípios a utilizarem, somente na área cultural, os recursos provenientes do ICMS Cultural, o que atualmente não é exigido. Complementando, o deputado André Quintão (PT) convidou os presentes a participarem das audiências públicas de revisão do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), como forma de garantir recursos para ações na área da cultural.
Entidades - Representantes de entidades que militam no setor cultural fizeram diversas reivindicações. Aparecida Martins, da Escola de Samba Canto da Alvorada, pediu apoio financeiro do poder público para as escolas de samba. Ela acrescentou que a Canto da Alvorada, além da atividade carnavalesca, desenvolve ações culturais com crianças, jovens e idosos.
Liliane do Carmo, da Associação dos Usuários de Serviços de Saúde Mental do Estado de Minas Gerais (Assussan), solicitou aos deputados a aprovação de projeto que garanta meia-entrada para pessoas com deficiência física, incluindo aquelas com deficiência visual e auditiva. Thiago Araújo, agente cultural em Santa Luzia, defendeu ações do poder público para valorizar a identidade metropolitana. Ele também sugeriu que, nos próximos eventos similares que a ALMG promover, os temas sejam tratados de maneira transversal. Isso permitiria, na visão dele, que assuntos diferentes fossem tratados de modo mais abrangente, num mesmo painel.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Incentivo à Culura!!!
Abertas as inscrições para projetos culturais na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte
Inscrições podem ser feitas até o dia 20 de dezembro
A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FMC), abre inscrições para projetos culturais que visam obter benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Podem se inscrever projetos dos setores de Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Literatura, Música e Patrimônio / Memória / Identidades Culturais. A apresentação do projeto, bem como todos os documentos exigidos em edital devem ser entregues pessoalmente ou por sedex, até o dia 20 de dezembro, na sede da FMC, Rua Sapucaí, nº 571 / 5º Andar – Bairro Floresta, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.
O edital, bem como a ficha de inscrição, está disponível no Diário Oficial do Município – DOM, do dia 19 de novembro – www.pbh.gov.br/dom – e ainda no site da Fundação Municipal de Cultura – www.pbh.gov.br/cultura – no link “Licitações e Editais”.
Os projetos podem ser inscritos em duas modalidades: Incentivo Fiscal (IF), no qual a Prefeitura pratica a renúncia fiscal em até 20% do ISSQN, incentivando parcerias entre empresas privadas e setor cultural, e Fundo de Projetos Culturais (FPC), destinado a projetos de natureza experimental, de pesquisa e de formação, promovendo o incentivo direto a criadores, artistas e produtores locais. Para cumprir sua vocação de democratizar o acesso e contemplar o máximo de pessoas interessadas, o edital prevê que cada empreendedor poderá inscrever, no máximo, 2 (dois) projetos.
No edital de 2010, a novidade está na solicitação de documentação e informações específicas de cada projeto, por área cultural, de acordo o item 5 do edital. Segundo Janaína Fonseca Motta, Assessora da LMIC, a solicitação contribui para dar mais subsídios para uma melhor anélise dos projetos. “O proponente terá mais espaço para explicar e detalhar o seu projeto de acordo com as suas especificidades, o que proporcionará uma avaliação mais fidedigna da proposta pela CMIC”, conclui.
Todos os projetos devem apresentar uma proposta de contrapartida sociocultural, uma ação a ser desenvolvida pelos seus realizadores como forma de retorno ao apoio financeiro recebido. A proposta deve estar relacionada à descentralização cultural e/ou à universalização e democratização do acesso a bens culturais, e seus custos não podem estar incluídos no orçamento do projeto.
Avaliação
Após as inscrições, os projetos passarão por três etapas de seleção. Primeiramente será feita uma análise documental de responsabilidade da Assessoria da LMIC, sobre a conformidade dos projetos quanto aos documentos exigidos no edital. Em seguida, os projetos serão analisados por consultores especializados nas áreas culturais, previstas no art. 3º da LMIC, designados pela FMC, visando subsidiar os trabalhos da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (CMIC). A avaliação final é feita pelos membros do CMIC, que têm como finalidade aprovar e definir os recursos a serem destinados aos projetos. Os trabalhos serão analisados quanto à consistência, enquadramento de modalidade, exequibidade, impacto cultural e efeito multiplicador do projeto.
A Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (CMIC) é composta por onze membros, sendo seis representantes do Poder Público e cinco da Sociedade Civil. Os membros da CMIC exercem mandato de um ano, podendo ser reconduzidos uma única vez por igual período. A Comissão é responsável pela LMIC e determina o valor a ser concedido para cada projeto.
Lei Municipal de Incentivo à Cultura
Em seus 16 anos de funcionamento, a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (LMIC) tornou-se um instrumento imprescindível para o desenvolvimento da produção artístico-cultural de Belo Horizonte. Durante esses anos, cerca de 2.000 projetos foram beneficiados, totalizando 70 milhões de reais, permitindo a realização de trabalhos de diversos artistas e produtores de todas as áreas do fazer artístico, descentralizados nas noves regionais da cidade.
Tendo sua legislação originária de 1993, a LMIC ainda é um referencial para outras leis de incentivo vigentes no país, pois preserva a distribuição de seus recursos na proporção de 60% para o mecanismo Fundo de Projetos Culturais (FPC) e de 40% para o Incentivo Fiscal (IF), o que garante uma maior democratização do acesso aos seus benefícios e agilidade na produção dos projetos.
Informações para o publico pelo telefone 3277-4628 e para a imprensa pelo telefone 3277-4620.
Inscrições podem ser feitas até o dia 20 de dezembro
A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FMC), abre inscrições para projetos culturais que visam obter benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Podem se inscrever projetos dos setores de Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Literatura, Música e Patrimônio / Memória / Identidades Culturais. A apresentação do projeto, bem como todos os documentos exigidos em edital devem ser entregues pessoalmente ou por sedex, até o dia 20 de dezembro, na sede da FMC, Rua Sapucaí, nº 571 / 5º Andar – Bairro Floresta, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.
O edital, bem como a ficha de inscrição, está disponível no Diário Oficial do Município – DOM, do dia 19 de novembro – www.pbh.gov.br/dom – e ainda no site da Fundação Municipal de Cultura – www.pbh.gov.br/cultura – no link “Licitações e Editais”.
Os projetos podem ser inscritos em duas modalidades: Incentivo Fiscal (IF), no qual a Prefeitura pratica a renúncia fiscal em até 20% do ISSQN, incentivando parcerias entre empresas privadas e setor cultural, e Fundo de Projetos Culturais (FPC), destinado a projetos de natureza experimental, de pesquisa e de formação, promovendo o incentivo direto a criadores, artistas e produtores locais. Para cumprir sua vocação de democratizar o acesso e contemplar o máximo de pessoas interessadas, o edital prevê que cada empreendedor poderá inscrever, no máximo, 2 (dois) projetos.
No edital de 2010, a novidade está na solicitação de documentação e informações específicas de cada projeto, por área cultural, de acordo o item 5 do edital. Segundo Janaína Fonseca Motta, Assessora da LMIC, a solicitação contribui para dar mais subsídios para uma melhor anélise dos projetos. “O proponente terá mais espaço para explicar e detalhar o seu projeto de acordo com as suas especificidades, o que proporcionará uma avaliação mais fidedigna da proposta pela CMIC”, conclui.
Todos os projetos devem apresentar uma proposta de contrapartida sociocultural, uma ação a ser desenvolvida pelos seus realizadores como forma de retorno ao apoio financeiro recebido. A proposta deve estar relacionada à descentralização cultural e/ou à universalização e democratização do acesso a bens culturais, e seus custos não podem estar incluídos no orçamento do projeto.
Avaliação
Após as inscrições, os projetos passarão por três etapas de seleção. Primeiramente será feita uma análise documental de responsabilidade da Assessoria da LMIC, sobre a conformidade dos projetos quanto aos documentos exigidos no edital. Em seguida, os projetos serão analisados por consultores especializados nas áreas culturais, previstas no art. 3º da LMIC, designados pela FMC, visando subsidiar os trabalhos da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (CMIC). A avaliação final é feita pelos membros do CMIC, que têm como finalidade aprovar e definir os recursos a serem destinados aos projetos. Os trabalhos serão analisados quanto à consistência, enquadramento de modalidade, exequibidade, impacto cultural e efeito multiplicador do projeto.
A Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (CMIC) é composta por onze membros, sendo seis representantes do Poder Público e cinco da Sociedade Civil. Os membros da CMIC exercem mandato de um ano, podendo ser reconduzidos uma única vez por igual período. A Comissão é responsável pela LMIC e determina o valor a ser concedido para cada projeto.
Lei Municipal de Incentivo à Cultura
Em seus 16 anos de funcionamento, a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (LMIC) tornou-se um instrumento imprescindível para o desenvolvimento da produção artístico-cultural de Belo Horizonte. Durante esses anos, cerca de 2.000 projetos foram beneficiados, totalizando 70 milhões de reais, permitindo a realização de trabalhos de diversos artistas e produtores de todas as áreas do fazer artístico, descentralizados nas noves regionais da cidade.
Tendo sua legislação originária de 1993, a LMIC ainda é um referencial para outras leis de incentivo vigentes no país, pois preserva a distribuição de seus recursos na proporção de 60% para o mecanismo Fundo de Projetos Culturais (FPC) e de 40% para o Incentivo Fiscal (IF), o que garante uma maior democratização do acesso aos seus benefícios e agilidade na produção dos projetos.
Informações para o publico pelo telefone 3277-4628 e para a imprensa pelo telefone 3277-4620.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Turismo!!!
Minas Turismo Gerais
Sérgio Moreira - sergmoreira@ig.com.br
TRECHO DA TRILHA REAL – Foi inaugurado o primeiro trecho da Trilha Real em Itabirito, região central de Minas Gerais.O trecho percorrido tem início na Ponte da Bacia até a Ponte Ana de Sá, nodistrito de Acuruí e integra os primeiros 38 quilômetros sinalizados da
Trilha Real, de um total de 138 quilômetros.O percurso inicial margeia o rio das Velhas, atravessa matas de galeria, em uma altitude próxima a mil metros e proporciona uma bela vista da Serra do
Capanema, divisor de águas das bacias dos rios Doce e São Francisco. O caminho é plano e o viajante pode apreciar uma pequena cachoeira e uma fazenda centenária - a Fazenda dos Fonseca. Por este caminho, já passaram os historiadores Saint Hilaire, que menciona a
Fazenda dos Fonseca em sua obra, Richard Burton e o imperador Pedro I, sem
contar os tropeiros e desbravadores em busca de ouro, no período colonial.
138 Km de história- Na Trilha Real, o viajante pode percorrer o trecho com segurança e
tranquilidade, podendo fazer o percurso sem o acompanhamento de um guia
especializado já que a estrada é autoguiada e a sinalização é especial e
interpretativa. A trilha possui 138 quilômetros, divido em sete percursos,
de 20 quilômetros aproximadamente, e corta os municípios de Ouro Preto, Ouro
Branco e Itabirito. A sinalização turística foi elaborada de acordo com os padrões
internacionais e trabalhadas a partir de três tipologias de placas:
indicativa do caminho, temática (interpretativa) e complementar
(informativa), prezando pela segurança do caminhante, orientando o percurso
e identificando fatores de risco.
Cachaçatur – Vai até o dia 31 de dezembro o projeto de visitas aos bares e restaurantes de Belo Horizonte para degustação das cachaças, o Roteiro da Cachaça Artesanal. O projeto visa apresentar um produto tipicamente mineiro, abrir a possibilidade de atrair mais investimentos e impulsionar os estabelecimentos do ramo, gerando mais empregos. Além disso, ainda traz a oportunidade dos admiradores da bebida degustarem o produto em bares e restaurantes e, ainda, de ter contato direto com o processo produtivo, por meio de visitas a alambiques parceiros. A lista dos bares e restaurantes participantes do Cachaçatur está disponível no site www.cachacatur.com.br
2° BH Humor – A criatividade da arte do humor está a mostra no Salão Internacional de Humor Gráfico de Belo Horizonte até o dia 12 de dezembro, na Casa do Baile,av. Otacílio Negrão de Lima, 751 - Pampulha
O salão fucinona de 3ª a Domingo das 9h às 19h Esta edição tem o tema Transporte e Trânsito. www.bhhumor.com . EENTRADA FRANCA.
Sérgio Moreira - sergmoreira@ig.com.br
TRECHO DA TRILHA REAL – Foi inaugurado o primeiro trecho da Trilha Real em Itabirito, região central de Minas Gerais.O trecho percorrido tem início na Ponte da Bacia até a Ponte Ana de Sá, nodistrito de Acuruí e integra os primeiros 38 quilômetros sinalizados da
Trilha Real, de um total de 138 quilômetros.O percurso inicial margeia o rio das Velhas, atravessa matas de galeria, em uma altitude próxima a mil metros e proporciona uma bela vista da Serra do
Capanema, divisor de águas das bacias dos rios Doce e São Francisco. O caminho é plano e o viajante pode apreciar uma pequena cachoeira e uma fazenda centenária - a Fazenda dos Fonseca. Por este caminho, já passaram os historiadores Saint Hilaire, que menciona a
Fazenda dos Fonseca em sua obra, Richard Burton e o imperador Pedro I, sem
contar os tropeiros e desbravadores em busca de ouro, no período colonial.
138 Km de história- Na Trilha Real, o viajante pode percorrer o trecho com segurança e
tranquilidade, podendo fazer o percurso sem o acompanhamento de um guia
especializado já que a estrada é autoguiada e a sinalização é especial e
interpretativa. A trilha possui 138 quilômetros, divido em sete percursos,
de 20 quilômetros aproximadamente, e corta os municípios de Ouro Preto, Ouro
Branco e Itabirito. A sinalização turística foi elaborada de acordo com os padrões
internacionais e trabalhadas a partir de três tipologias de placas:
indicativa do caminho, temática (interpretativa) e complementar
(informativa), prezando pela segurança do caminhante, orientando o percurso
e identificando fatores de risco.
Cachaçatur – Vai até o dia 31 de dezembro o projeto de visitas aos bares e restaurantes de Belo Horizonte para degustação das cachaças, o Roteiro da Cachaça Artesanal. O projeto visa apresentar um produto tipicamente mineiro, abrir a possibilidade de atrair mais investimentos e impulsionar os estabelecimentos do ramo, gerando mais empregos. Além disso, ainda traz a oportunidade dos admiradores da bebida degustarem o produto em bares e restaurantes e, ainda, de ter contato direto com o processo produtivo, por meio de visitas a alambiques parceiros. A lista dos bares e restaurantes participantes do Cachaçatur está disponível no site www.cachacatur.com.br
2° BH Humor – A criatividade da arte do humor está a mostra no Salão Internacional de Humor Gráfico de Belo Horizonte até o dia 12 de dezembro, na Casa do Baile,av. Otacílio Negrão de Lima, 751 - Pampulha
O salão fucinona de 3ª a Domingo das 9h às 19h Esta edição tem o tema Transporte e Trânsito. www.bhhumor.com . EENTRADA FRANCA.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Oportunidades para as artes!!!
Centro de Cultura Lagoa do Nado seleciona propostas de exposição e artes cênicas
Democratizar o acesso à cultura. Esse é o objetivo do Centro de Cultura Lagoa do Nado, que lançou nesta semana dois editais de seleção de projetos: um para artes cênicas e outro para exposições de produções artísticas. As inscrições para ambos editais é gratuita. Os editais, bem como as fichas de inscrição, podem ser consultados no Diário Oficial do Município – DOM, dos dias 28 e 29 de outubro - www.pbh.gov.br/dom – ou ainda no site da Fundação Municipal de Cultura - www.pbh.gov.br/cultura – no link “Licitações e Editais”.
Artes Cênicas
O Centro de Cultura Lagoa do Nado irá selecionar 8 projetos de Artes Cênicas, sendo 5 destinados ao público adulto e 3 destinados ao público infanto juvenil. Serão escolhidos ainda 3 projetos suplentes. Podem se inscrever para participar do projeto os Grupos/Companhias teatrais e atores individuais para apresentação de monólogos e ou performances teatrais. As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de dezembro, de terça-feira a domingo, exceto feriados, das 9h às 17h, na sede do CCLN ou via sedex.
Os projetos devem ter temáticas ligadas à diversidade cultural, que se reportem ao meio ambiente, memória e patrimônio, condizentes com o “Projeto DiverCidade”, desenvolvido pelo CCLN, que tem como suporte teórico as Agendas 21 Global e a Agenda 21 da Cultura, que buscam contribuir para práticas sustentáveis culturais e ambientais e promover discussões sobre a sustentabilidade e a cultura.
Os projetos serão selecionados por uma Comissão composta por titulares e suplentes, sendo respectivamente 3 representantes da Fundação Municipal de Cultura e 2 representantes das artes cênicas indicados pelo CCLN. A avaliação levará em conta a adequação do roteiro do espetáculo, inovação e originalidade, adequação da linguagem ao público alvo, proposta e justificativa de montagem e cenográfica, entre outros critérios. O resultado da seleção será divulgado no dia 22 de dezembro de 2010 no Diário Oficial do Município (DOM).
Exposições
O segundo edital abre processo de seleção para projetos de exposições de produções artísticas, nas modalidades de pintura, escultura, desenho, fotografia e instalações, que tenham integração com as multilinguagens artísticas, tecnológicas e que se adéquem ao Espaço Multimeios Mestre Orlando, ao Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado e outras dependências do Centro de Cultura Lagoa do Nado, locais que irão abrigar as mostras selecionadas. Serão montadas 4 exposições no período de 23 de março a 31 de dezembro de 2011. Cada mostra permanecerá no local por um período de 2 meses.
Podem participar da seleção pessoas físicas e jurídicas, artistas e grupos de artistas brasileiros e estrangeiros, maiores de 18 anos ou menores, mediante autorização por escrito de ambos os pais ou responsáveis, e ainda menores emancipados. As inscrições para este edital podem ser feitas até o dia 15 de dezembro, de terça-feira a domingo, exceto feriados, das 9h às 17h, na sede do CCLN ou via sedex.
A Comissão que irá avaliar os projetos de exposição será composta por 2 representantes da Fundação Municipal de Cultura e outros 2 da área em questão, designados pela FMC. Os trabalhos serão avaliados de acordo com os critérios: contemporaneidade do projeto; contribuição do projeto proposto para a pesquisa; clareza da proposta; adequação da proposta aos espaços disponibilizados, bem como trabalhos que interajam com público. Além das 4 propostas selecionadas, serão designadas ainda 3 suplentes. O resultado da seleção será divulgado no dia 17 de dezembro de 2010 no Diário Oficial do Município (DOM).
Informações pelo telefone 3277-4620.
Democratizar o acesso à cultura. Esse é o objetivo do Centro de Cultura Lagoa do Nado, que lançou nesta semana dois editais de seleção de projetos: um para artes cênicas e outro para exposições de produções artísticas. As inscrições para ambos editais é gratuita. Os editais, bem como as fichas de inscrição, podem ser consultados no Diário Oficial do Município – DOM, dos dias 28 e 29 de outubro - www.pbh.gov.br/dom – ou ainda no site da Fundação Municipal de Cultura - www.pbh.gov.br/cultura – no link “Licitações e Editais”.
Artes Cênicas
O Centro de Cultura Lagoa do Nado irá selecionar 8 projetos de Artes Cênicas, sendo 5 destinados ao público adulto e 3 destinados ao público infanto juvenil. Serão escolhidos ainda 3 projetos suplentes. Podem se inscrever para participar do projeto os Grupos/Companhias teatrais e atores individuais para apresentação de monólogos e ou performances teatrais. As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de dezembro, de terça-feira a domingo, exceto feriados, das 9h às 17h, na sede do CCLN ou via sedex.
Os projetos devem ter temáticas ligadas à diversidade cultural, que se reportem ao meio ambiente, memória e patrimônio, condizentes com o “Projeto DiverCidade”, desenvolvido pelo CCLN, que tem como suporte teórico as Agendas 21 Global e a Agenda 21 da Cultura, que buscam contribuir para práticas sustentáveis culturais e ambientais e promover discussões sobre a sustentabilidade e a cultura.
Os projetos serão selecionados por uma Comissão composta por titulares e suplentes, sendo respectivamente 3 representantes da Fundação Municipal de Cultura e 2 representantes das artes cênicas indicados pelo CCLN. A avaliação levará em conta a adequação do roteiro do espetáculo, inovação e originalidade, adequação da linguagem ao público alvo, proposta e justificativa de montagem e cenográfica, entre outros critérios. O resultado da seleção será divulgado no dia 22 de dezembro de 2010 no Diário Oficial do Município (DOM).
Exposições
O segundo edital abre processo de seleção para projetos de exposições de produções artísticas, nas modalidades de pintura, escultura, desenho, fotografia e instalações, que tenham integração com as multilinguagens artísticas, tecnológicas e que se adéquem ao Espaço Multimeios Mestre Orlando, ao Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado e outras dependências do Centro de Cultura Lagoa do Nado, locais que irão abrigar as mostras selecionadas. Serão montadas 4 exposições no período de 23 de março a 31 de dezembro de 2011. Cada mostra permanecerá no local por um período de 2 meses.
Podem participar da seleção pessoas físicas e jurídicas, artistas e grupos de artistas brasileiros e estrangeiros, maiores de 18 anos ou menores, mediante autorização por escrito de ambos os pais ou responsáveis, e ainda menores emancipados. As inscrições para este edital podem ser feitas até o dia 15 de dezembro, de terça-feira a domingo, exceto feriados, das 9h às 17h, na sede do CCLN ou via sedex.
A Comissão que irá avaliar os projetos de exposição será composta por 2 representantes da Fundação Municipal de Cultura e outros 2 da área em questão, designados pela FMC. Os trabalhos serão avaliados de acordo com os critérios: contemporaneidade do projeto; contribuição do projeto proposto para a pesquisa; clareza da proposta; adequação da proposta aos espaços disponibilizados, bem como trabalhos que interajam com público. Além das 4 propostas selecionadas, serão designadas ainda 3 suplentes. O resultado da seleção será divulgado no dia 17 de dezembro de 2010 no Diário Oficial do Município (DOM).
Informações pelo telefone 3277-4620.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Atenção: bacana: atraente!!!

Programação para Outubro do
Espaço Cultural da Assembleia
Galeria de Arte – de segunda a sexta, das 9h às 18h – entrada gratuita!
4 a 8 - Mostra de Artesanato Armazém da Roça - O Armazém da Roça é um programa que viabiliza a comercialização, a preços acessíveis, de produtos caseiros, artesanais e de agricultura familiar do interior de Minas em Belo Horizonte. O convênio entre a Secretaria de Abastecimento e a Associação do Agroartesanato de Minas Gerais permite a venda in natura, sem o uso de produtos químicos, de produtos de agricultura familiar. Os artigos do Armazém são expostos em feiras, eventos e empresas públicas. A proposta visa incentivar a produção e contribui para garantir uma renda mínima aos pequenos produtores. Além do artesanato, estarão à venda doces e compotas, mel e derivados, biscoitos e derivados de cana.
Teatro
Zás - toda sexta-feira, ao meio-dia - Teatro
1 - Mágico Dennerson e Ana Cristina - O mágico Dennerson é também médico-veterinário, mestre em Medicina Veterinária e professor de Homeopatia. A mágica é um lado da sua vida profissional, e a Medicina Veterinária, o outro. Atualmente, participa do projeto Domingo é Magia, um show que ocorre regularmente todos os domingos de manhã, com a presença de 3 a 5 mágicos, que realizam 50 minutos de pura magia. O espetáculo é dirigido tanto para o público infantil quanto para o adulto. Quando criança, o belorizontino Dennerson estudava mágica por conta própria e fazia apresentações em escolas e festas infantis. No Zás, o mágico se apresenta com a cantora Ana Cristina, cantando ao vivo, em um cenário em que a magia e a música se fundem harmonicamente, criando um ambiente de fantasia e emoção. A cantora é licenciada em Educação Musical pela Faculdade de Música da Universidade Federal de Ouro Preto, professora de Iniciação Musical em escolas particulares de Itabirito, vocalista do grupo Avatara, com o qual realizou shows com o cantor Belchior. Gravou, ainda, o CD com o cantor Thelmo Lins e é membro efetivo da Fundação de Arte Madrigal Renascentista.
8 - Concerto em Ré – Espetáculo cênico-musical de palhaços - Begônia, Felim, Tadeu e Marmota encontram com seu público em um show inusitado. Entram no palco e tocam um repertório de canções inspiradas na lógica do palhaço, intercalado por cenas que demonstram a relação, por vezes conturbada e, por outras, afetiva, entre os integrantes de uma Big Band. Nessa montagem, o grupo Maria Cutia primou por se aprofundar ainda mais na linguagem do palhaço e no conceito denominado música-em-cena, dedicando-se à criação de letras e melodias autorais. Construídas com base na lógica do palhaço sobre o mundo a sua volta, os integrantes mergulharam intensa e conjuntamente em uma criação que utiliza a improvisação, a pesquisa e a aprendizagem de instrumentos musicais como principais possibilidades de interpretação. O espetáculo foi contemplado pelo projeto Teatro Terceira e teve a orientação do palhaço e diretor José Regino Oliveira, da Cia Celeiro das Antas (Brasília-DF).
15 - Grupo Sacode que Pode - O grupo de chorinho teve sua formação no palco da MPB, 2006, com músicos de vários gêneros de canções, tais como samba, seresta, mambo, músicas latinas, entre outros. O Sacode que Pode nasceu da simplicidade da música num espaço denominado “música ao pé da árvore”, onde ainda se apresenta aos domingos. As apresentações acontecem na região do Barreiro, em festas de aniversário, casamentos e eventos culturais. Desde que foi criado, o grupo conta com Jair, no violão de sete cordas; Sebastião, no bandolim; Paulo, no pandeiro; Paulinho Trindade, no violão de seis cordas; Expedito, no cavaco; Pedrinho, no violão de sete cordas; Severino, na bateira; Dilson, no acordeão; Hélio Reis Cavaquinho e a vocalista Neida.
22 - Danuza Menezes & Pandeiro Mineiro - O som de uma dezena de pandeiros ressoa nos diversos ritmos que formam e temperam a música brasileira. Com repertório variado e bem brasileiro, a banda faz releituras de clássicos de Jackson do Pandeiro, Martinho da Vila, Luiz Gonzaga e dá destaque especial à música contemporânea de Lenine, Cássia Eller, Chico César e dos talentos vindos das terras mineiras, como Maurício Tizumba, Alexandre Az, Vander Lee, entre outros. No ano de 2009, o grupo foi selecionado pelo Fórum da Música, dentro do projeto Música Minas, para representar o Estado em apresentações no Rio, em Florianópolis e em São Paulo. Foi também convidado para participar do projeto Sons & Tons, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte. Além das apresentações, o grupo também oferece oficinas de percussão, palestras, apresentações com outros artistas e um envolvimento cada vez mais intenso com os espectadores. Enfim, o Pandeiro Mineiro quer correr o mundo e levar sua arte por todos os cantos.
25 - segunda-feira - meio-dia - Menino Gabriel, com Wagner Trindade e Thiago Comédia (Especial Semana do Servidor) - O personagem Menino Gabriel foi criado por Wagner Trindade, 36 anos, ator, humorista e pianista, formado em Administração de Empresas e em Música, e é um dos grandes sucessos do programa Zorra Total, da Rede Globo. Wagner nasceu em Paracambi, uma pequena cidade no interior do Rio de Janeiro. Aos 13 anos, começou a ter aulas de piano e, em paralelo, a fazer o curso de teatro O Tablado. Já fez mais de 20 peças, várias campanhas publicitárias e participações em novelas e programas da Rede Globo de Televisão, entre os quais: Malhação, Linha Direta, A Turma do Didi, Zorra Total, Ciranda de Pedra, Beleza Pura, Faça sua História, Alma Gêmea, Sob Nova Direção, Estrelas e Domingão do Faustão. O ator-humorista acredita que a verdadeira arte do ator não está apenas em atuar, mas também em realizar, pois Wagner não só atua como também cria e compõe seus personagens, que já lhe renderam preciosas conquistas no teatro e na TV. Em 2004, com a parceria da amiga e atriz Dig Dutra, escreveu e produziu a peça Os Pândegos, além de ter nela atuado. Em 2008, conquistou o grande público através do quadro Quem chega lá?, no programa Domingão do Faustão, que escolheria o mais novo humorista do Brasil. Na ocasião, ele interpretou o Menino Gabriel. Há tempos não se via um personagem que resgatasse a inocência, a pureza e a verdade de uma criança, que, com seu carisma, conseguiu cativar o público de todas as idades. Por conta disso, Wagner foi contratado pela Rede Globo de Televisão para fazer o quadro Saco de Risadas, no Domingão do Faustão, até o final do ano de 2008. Atualmente, ganhou um quadro fixo no Zorra Total, chamado Vamos brincar de quê?, em que atua ao lado de Katiúscia Canoro, Samantha Schmutz e Marcos Veras.
26 - terça-feira, meio-dia - Deuses (Especial Semana do Servidor) - O espetáculo, dirigido e interpretado por Ederson Clayton, conta a história das várias versões sobre o surgimento do universo, tendo como único personagem o deus do Teatro, Dionísio, que narra passagens da história da humanidade a partir de seu ponto de vista. A peça fala dos homens, dos deuses, das civilizações antigas e de seus reflexos atuais através de questionamentos como “Deus criou o homem e a terra?”, “O universo surgiu do big bang?”, “Será que o homem é realmente mais evoluído do que o homem de milênios atrás?”. Essas e outras questões são feitas no desenrolar do espetáculo, que é centrado no trabalho de ator, sem aparatos cênicos, e inspirado em grandes artistas mundiais, como Denise Stoklos, Matteo Belli, Andy Kaufman, Charles Chaplin e Karl Valentin. A peça ficou em primeiro lugar na seleção artística para ocupação do Teatro da Assembleia.
Segunda Musical - toda segunda-feira, às 19 horas - Teatro
4 - Homenagem 200 Anos Schumann - Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini (piano a 4 mãos)
18 - Especial Dia das Crianças - Coral Infanto-juvenil Palácio das Artes - Regência: Lara Tanaka - João Victor Melo (piano) - Victória Paulino (piano)
25 - Alunos do curso de Música da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) & Prof. Tabajara Belo
Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira
28 - 18h30 - Sá & Guarabyra - Show especial em comemoração do Dia do Servidor Público - A dupla Sá & Guarabyra surgiu nos anos 60, quando Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra se conheceram e iniciaram uma parceria que dura até os dias de hoje. Em 1970, a dupla tornou-se um trio com a entrada de Zé Rodrix, emplacando alguns sucessos como Hoje ainda é dia de rock, Mestre Jonas e Primeira canção da estrada. Com a saída de Rodrix, que seguiu carreira solo, Sá e Guarabyra emplacaram vários sucessos, como Espanhola, Sobradinho, Caçador de mim, Dona, Verdades e mentiras, Roque Santeiro e Estrela Natureza. Em 2010, a dupla comemora vinte e seis anos de carreira, com doze CDs de músicas inéditas e dezenas de compilações e relançamentos. Em 2001, o parceiro Zé Rodrix foi convidado para participar de uma apresentação no Rock In Rio III. A apresentação alcançou tanto sucesso que o trio gravou o CD e o DVD Outra Vez na Estrada. Após a perda de Zé Rodrix, a dupla volta à estrada com o show A Dois, um resumo dos maiores sucessos da dupla e do trio, com algumas músicas menos conhecidas e outras favoritas do público, selecionadas entre as quase duzentas composições gravadas por eles. Para Sá & Guarabyra, a continuidade do trabalho é a melhor homenagem que eles poderiam prestar ao amigo Zé Rodrix.
Espaço Político-Cultural Gustavo Capanema
Rua Rodrigues Caldas, 30 - Santo Agostinho - 30190-921 - Belo Horizonte - MG - (31) 2108-7826
4 a 8 - Mostra de Artesanato Armazém da Roça - O Armazém da Roça é um programa que viabiliza a comercialização, a preços acessíveis, de produtos caseiros, artesanais e de agricultura familiar do interior de Minas em Belo Horizonte. O convênio entre a Secretaria de Abastecimento e a Associação do Agroartesanato de Minas Gerais permite a venda in natura, sem o uso de produtos químicos, de produtos de agricultura familiar. Os artigos do Armazém são expostos em feiras, eventos e empresas públicas. A proposta visa incentivar a produção e contribui para garantir uma renda mínima aos pequenos produtores. Além do artesanato, estarão à venda doces e compotas, mel e derivados, biscoitos e derivados de cana.
Teatro
Zás - toda sexta-feira, ao meio-dia - Teatro
1 - Mágico Dennerson e Ana Cristina - O mágico Dennerson é também médico-veterinário, mestre em Medicina Veterinária e professor de Homeopatia. A mágica é um lado da sua vida profissional, e a Medicina Veterinária, o outro. Atualmente, participa do projeto Domingo é Magia, um show que ocorre regularmente todos os domingos de manhã, com a presença de 3 a 5 mágicos, que realizam 50 minutos de pura magia. O espetáculo é dirigido tanto para o público infantil quanto para o adulto. Quando criança, o belorizontino Dennerson estudava mágica por conta própria e fazia apresentações em escolas e festas infantis. No Zás, o mágico se apresenta com a cantora Ana Cristina, cantando ao vivo, em um cenário em que a magia e a música se fundem harmonicamente, criando um ambiente de fantasia e emoção. A cantora é licenciada em Educação Musical pela Faculdade de Música da Universidade Federal de Ouro Preto, professora de Iniciação Musical em escolas particulares de Itabirito, vocalista do grupo Avatara, com o qual realizou shows com o cantor Belchior. Gravou, ainda, o CD com o cantor Thelmo Lins e é membro efetivo da Fundação de Arte Madrigal Renascentista.
8 - Concerto em Ré – Espetáculo cênico-musical de palhaços - Begônia, Felim, Tadeu e Marmota encontram com seu público em um show inusitado. Entram no palco e tocam um repertório de canções inspiradas na lógica do palhaço, intercalado por cenas que demonstram a relação, por vezes conturbada e, por outras, afetiva, entre os integrantes de uma Big Band. Nessa montagem, o grupo Maria Cutia primou por se aprofundar ainda mais na linguagem do palhaço e no conceito denominado música-em-cena, dedicando-se à criação de letras e melodias autorais. Construídas com base na lógica do palhaço sobre o mundo a sua volta, os integrantes mergulharam intensa e conjuntamente em uma criação que utiliza a improvisação, a pesquisa e a aprendizagem de instrumentos musicais como principais possibilidades de interpretação. O espetáculo foi contemplado pelo projeto Teatro Terceira e teve a orientação do palhaço e diretor José Regino Oliveira, da Cia Celeiro das Antas (Brasília-DF).
15 - Grupo Sacode que Pode - O grupo de chorinho teve sua formação no palco da MPB, 2006, com músicos de vários gêneros de canções, tais como samba, seresta, mambo, músicas latinas, entre outros. O Sacode que Pode nasceu da simplicidade da música num espaço denominado “música ao pé da árvore”, onde ainda se apresenta aos domingos. As apresentações acontecem na região do Barreiro, em festas de aniversário, casamentos e eventos culturais. Desde que foi criado, o grupo conta com Jair, no violão de sete cordas; Sebastião, no bandolim; Paulo, no pandeiro; Paulinho Trindade, no violão de seis cordas; Expedito, no cavaco; Pedrinho, no violão de sete cordas; Severino, na bateira; Dilson, no acordeão; Hélio Reis Cavaquinho e a vocalista Neida.
22 - Danuza Menezes & Pandeiro Mineiro - O som de uma dezena de pandeiros ressoa nos diversos ritmos que formam e temperam a música brasileira. Com repertório variado e bem brasileiro, a banda faz releituras de clássicos de Jackson do Pandeiro, Martinho da Vila, Luiz Gonzaga e dá destaque especial à música contemporânea de Lenine, Cássia Eller, Chico César e dos talentos vindos das terras mineiras, como Maurício Tizumba, Alexandre Az, Vander Lee, entre outros. No ano de 2009, o grupo foi selecionado pelo Fórum da Música, dentro do projeto Música Minas, para representar o Estado em apresentações no Rio, em Florianópolis e em São Paulo. Foi também convidado para participar do projeto Sons & Tons, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte. Além das apresentações, o grupo também oferece oficinas de percussão, palestras, apresentações com outros artistas e um envolvimento cada vez mais intenso com os espectadores. Enfim, o Pandeiro Mineiro quer correr o mundo e levar sua arte por todos os cantos.
25 - segunda-feira - meio-dia - Menino Gabriel, com Wagner Trindade e Thiago Comédia (Especial Semana do Servidor) - O personagem Menino Gabriel foi criado por Wagner Trindade, 36 anos, ator, humorista e pianista, formado em Administração de Empresas e em Música, e é um dos grandes sucessos do programa Zorra Total, da Rede Globo. Wagner nasceu em Paracambi, uma pequena cidade no interior do Rio de Janeiro. Aos 13 anos, começou a ter aulas de piano e, em paralelo, a fazer o curso de teatro O Tablado. Já fez mais de 20 peças, várias campanhas publicitárias e participações em novelas e programas da Rede Globo de Televisão, entre os quais: Malhação, Linha Direta, A Turma do Didi, Zorra Total, Ciranda de Pedra, Beleza Pura, Faça sua História, Alma Gêmea, Sob Nova Direção, Estrelas e Domingão do Faustão. O ator-humorista acredita que a verdadeira arte do ator não está apenas em atuar, mas também em realizar, pois Wagner não só atua como também cria e compõe seus personagens, que já lhe renderam preciosas conquistas no teatro e na TV. Em 2004, com a parceria da amiga e atriz Dig Dutra, escreveu e produziu a peça Os Pândegos, além de ter nela atuado. Em 2008, conquistou o grande público através do quadro Quem chega lá?, no programa Domingão do Faustão, que escolheria o mais novo humorista do Brasil. Na ocasião, ele interpretou o Menino Gabriel. Há tempos não se via um personagem que resgatasse a inocência, a pureza e a verdade de uma criança, que, com seu carisma, conseguiu cativar o público de todas as idades. Por conta disso, Wagner foi contratado pela Rede Globo de Televisão para fazer o quadro Saco de Risadas, no Domingão do Faustão, até o final do ano de 2008. Atualmente, ganhou um quadro fixo no Zorra Total, chamado Vamos brincar de quê?, em que atua ao lado de Katiúscia Canoro, Samantha Schmutz e Marcos Veras.
26 - terça-feira, meio-dia - Deuses (Especial Semana do Servidor) - O espetáculo, dirigido e interpretado por Ederson Clayton, conta a história das várias versões sobre o surgimento do universo, tendo como único personagem o deus do Teatro, Dionísio, que narra passagens da história da humanidade a partir de seu ponto de vista. A peça fala dos homens, dos deuses, das civilizações antigas e de seus reflexos atuais através de questionamentos como “Deus criou o homem e a terra?”, “O universo surgiu do big bang?”, “Será que o homem é realmente mais evoluído do que o homem de milênios atrás?”. Essas e outras questões são feitas no desenrolar do espetáculo, que é centrado no trabalho de ator, sem aparatos cênicos, e inspirado em grandes artistas mundiais, como Denise Stoklos, Matteo Belli, Andy Kaufman, Charles Chaplin e Karl Valentin. A peça ficou em primeiro lugar na seleção artística para ocupação do Teatro da Assembleia.
Segunda Musical - toda segunda-feira, às 19 horas - Teatro
4 - Homenagem 200 Anos Schumann - Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini (piano a 4 mãos)
18 - Especial Dia das Crianças - Coral Infanto-juvenil Palácio das Artes - Regência: Lara Tanaka - João Victor Melo (piano) - Victória Paulino (piano)
25 - Alunos do curso de Música da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) & Prof. Tabajara Belo
Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira
28 - 18h30 - Sá & Guarabyra - Show especial em comemoração do Dia do Servidor Público - A dupla Sá & Guarabyra surgiu nos anos 60, quando Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra se conheceram e iniciaram uma parceria que dura até os dias de hoje. Em 1970, a dupla tornou-se um trio com a entrada de Zé Rodrix, emplacando alguns sucessos como Hoje ainda é dia de rock, Mestre Jonas e Primeira canção da estrada. Com a saída de Rodrix, que seguiu carreira solo, Sá e Guarabyra emplacaram vários sucessos, como Espanhola, Sobradinho, Caçador de mim, Dona, Verdades e mentiras, Roque Santeiro e Estrela Natureza. Em 2010, a dupla comemora vinte e seis anos de carreira, com doze CDs de músicas inéditas e dezenas de compilações e relançamentos. Em 2001, o parceiro Zé Rodrix foi convidado para participar de uma apresentação no Rock In Rio III. A apresentação alcançou tanto sucesso que o trio gravou o CD e o DVD Outra Vez na Estrada. Após a perda de Zé Rodrix, a dupla volta à estrada com o show A Dois, um resumo dos maiores sucessos da dupla e do trio, com algumas músicas menos conhecidas e outras favoritas do público, selecionadas entre as quase duzentas composições gravadas por eles. Para Sá & Guarabyra, a continuidade do trabalho é a melhor homenagem que eles poderiam prestar ao amigo Zé Rodrix.
Espaço Político-Cultural Gustavo Capanema
Rua Rodrigues Caldas, 30 - Santo Agostinho - 30190-921 - Belo Horizonte - MG - (31) 2108-7826
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Saúde!!!

Novos 30 quilômetros de ciclovias para a Capital
A Prefeitura de Belo Horizonte comemora a Semana Nacional do Trânsito investindo na mobilidade urbana sustentável com ações que visam desestimular o uso do carro e incentivar os meios de transporte coletivo e não motorizados, como a bicicleta. A BHTrans publica nesta quinta-feira, dia 23, o edital de licitação que prevê a contratação de uma empresa para elaborar o projeto de 30 quilômetros de ciclovias em Belo Horizonte.
Ainda neste mês serão entregues as propostas da licitação para a contratação da empresa que irá executar 16,6 quilômetros de ciclovias, abrangendo as regiões Leste, Nordeste, Estação Barreiro, Norte, Savassi e a avenida Américo Vespúcio, entre as avenidas Antônio Carlos e Carlos Luz. Tudo isso faz parte do programa Pedala BH, de incentivo ao uso da bicicleta, da Prefeitura de Belo Horizonte e coordenado pela BHTrans.
Cidade sem carro
Ontem, no dia mundial “Na Cidade sem meu Carro”, entre 18h e 19h, durante a concentração de ciclistas na Praça da Liberdade, organizada pelo grupo Mountain Bike BH, a BHTrans os orientou sobre como usar a bicicleta de forma segura no trânsito de Belo Horizonte, distribuindo material educativo, como folhetos com dicas importantes para a segurança dos ciclistas que circulam no tráfego misto. Também foram distribuídos bandeirolas e adesivos refletivos para melhorar a visibilidade das bicicletas.
Pedala BH
O programa Pedala BH pretende trazer muitos benefícios para a cidade e para os cidadãos e tem como objetivo promover ou resgatar o uso da bicicleta na capital, criando facilidades para quem optar por esse meio de transporte. Para isso, o programa propõe ações que abrangem desde a definição e implantação de ciclovias e estacionamentos até campanhas de educação e de segurança no trânsito.
Apesar do imenso potencial apresentado por Belo Horizonte para o uso mais intensivo da bicicleta como veículo complementar, integrada ao sistema de transporte coletivo, o número de pessoas que fazem uso da bicicleta na capital ainda é baixo. Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação João Pinheiro, a porcentagem de viagens de bicicleta como transporte na capital mineira está na casa dos 0,6%, um número inferior à média nacional de 2,8%, e à média das cidades com mais de um milhão de habitantes, 0,9%.
O uso da bicicleta é uma prática cada vez mais valorizada e incentivada em grandes cidades de todo o mundo que buscam novas alternativas para a questão do transporte. A BHTrans espera que, cada vez mais, as pessoas se tornem adeptas da bicicleta como meio de transporte alternativo. Desta forma, todos serão beneficiados: a cidade, que ficará menos congestionada e com o ar mais limpo, e a população, que vai ganhar mais qualidade de vida
A Prefeitura de Belo Horizonte comemora a Semana Nacional do Trânsito investindo na mobilidade urbana sustentável com ações que visam desestimular o uso do carro e incentivar os meios de transporte coletivo e não motorizados, como a bicicleta. A BHTrans publica nesta quinta-feira, dia 23, o edital de licitação que prevê a contratação de uma empresa para elaborar o projeto de 30 quilômetros de ciclovias em Belo Horizonte.
Ainda neste mês serão entregues as propostas da licitação para a contratação da empresa que irá executar 16,6 quilômetros de ciclovias, abrangendo as regiões Leste, Nordeste, Estação Barreiro, Norte, Savassi e a avenida Américo Vespúcio, entre as avenidas Antônio Carlos e Carlos Luz. Tudo isso faz parte do programa Pedala BH, de incentivo ao uso da bicicleta, da Prefeitura de Belo Horizonte e coordenado pela BHTrans.
Cidade sem carro
Ontem, no dia mundial “Na Cidade sem meu Carro”, entre 18h e 19h, durante a concentração de ciclistas na Praça da Liberdade, organizada pelo grupo Mountain Bike BH, a BHTrans os orientou sobre como usar a bicicleta de forma segura no trânsito de Belo Horizonte, distribuindo material educativo, como folhetos com dicas importantes para a segurança dos ciclistas que circulam no tráfego misto. Também foram distribuídos bandeirolas e adesivos refletivos para melhorar a visibilidade das bicicletas.
Pedala BH
O programa Pedala BH pretende trazer muitos benefícios para a cidade e para os cidadãos e tem como objetivo promover ou resgatar o uso da bicicleta na capital, criando facilidades para quem optar por esse meio de transporte. Para isso, o programa propõe ações que abrangem desde a definição e implantação de ciclovias e estacionamentos até campanhas de educação e de segurança no trânsito.
Apesar do imenso potencial apresentado por Belo Horizonte para o uso mais intensivo da bicicleta como veículo complementar, integrada ao sistema de transporte coletivo, o número de pessoas que fazem uso da bicicleta na capital ainda é baixo. Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação João Pinheiro, a porcentagem de viagens de bicicleta como transporte na capital mineira está na casa dos 0,6%, um número inferior à média nacional de 2,8%, e à média das cidades com mais de um milhão de habitantes, 0,9%.
O uso da bicicleta é uma prática cada vez mais valorizada e incentivada em grandes cidades de todo o mundo que buscam novas alternativas para a questão do transporte. A BHTrans espera que, cada vez mais, as pessoas se tornem adeptas da bicicleta como meio de transporte alternativo. Desta forma, todos serão beneficiados: a cidade, que ficará menos congestionada e com o ar mais limpo, e a população, que vai ganhar mais qualidade de vida
Turismo!

Minas Turismo Gerais
Sérgio Moreira sergmoreira@ig.com.br
Feira das Américas – De 20 a 22 de outubro, acontece no Riocentro o maior evento das Américas sobre o turismo.Uma vez por ano, os profissionais de turismo se reúnem na cidade cartão postal do Brasil para trocar informações, conhecer novos produtos e ter contato com as principais tendências do expansivo mercado do turismo. Estarão participando 800 Expositores, previsao de 24.000 visitantes de 40 Países em uma área no Riocentro de 35 mil m² de área na região do Rio de Janeiro.
50 anos- A Associação Brasileira de Agências de Viagens - ABAV promove há 50 anos ações que contribuem com o desenvolvimento do turismo brasileiro, tornando-se a associação mais representativa do setor. Dentre suas atividades está a realização da Feira das Américas. A primeira edição da Feira das Américas aconteceu em 1974, no Guarujá – SP. Após um período de realização itinerante fixou-se na cidade do Rio de Janeiro a partir de 2004. Com um crescimento contínuo durante esses mais de 30 anos, o evento tornou-se o maior e mais importante do continente, reunindo os principais nomes, marcas e negócios do segmento turístico.Seguindo uma tendência mundial, em 2009 a ABAV fez uma parceria com a Reed Exhibitions Alcantara Machado para operacionalizar a realização do evento e potencializar ainda mais seu crescimento.
Nova classificação dos hotéis- Foi discutida e feita a última redação do Regulamento de Avaliação de Conformidade para Classificação dos Meios de Hospedagem pelo Ministério do Turismo.
O documento, que entra em vigor em outubro, regula o procedimento para a nova classificação. Em resumo, o meio de hospedagem, já cadastrado no Cadastur, acessa o sistema pela internet, escolhe sua tipologia e categoria e solicita uma avaliação do Mtur, a ser realizada por técnicos treinados do Inmetro.
Os tipos são: hotel, flat, resort, pousada, hotel fazenda, hotel histórico e cama&café. As categorias, de 1 a 5 estrelas, conforme a tipologia. Após a avaliação, estando tudo dentro da conformidade do padrão escolhido, o meio de hospedagem recebe o certificado e pode colocar a placa com suas estrelas na fachada. O processo deve levar, em média, 60 dias e deve custar de 3 a 5 salários mínimos por um período de 3 anos, quando deve refazer o processo.
Sérgio Moreira sergmoreira@ig.com.br
Feira das Américas – De 20 a 22 de outubro, acontece no Riocentro o maior evento das Américas sobre o turismo.Uma vez por ano, os profissionais de turismo se reúnem na cidade cartão postal do Brasil para trocar informações, conhecer novos produtos e ter contato com as principais tendências do expansivo mercado do turismo. Estarão participando 800 Expositores, previsao de 24.000 visitantes de 40 Países em uma área no Riocentro de 35 mil m² de área na região do Rio de Janeiro.
50 anos- A Associação Brasileira de Agências de Viagens - ABAV promove há 50 anos ações que contribuem com o desenvolvimento do turismo brasileiro, tornando-se a associação mais representativa do setor. Dentre suas atividades está a realização da Feira das Américas. A primeira edição da Feira das Américas aconteceu em 1974, no Guarujá – SP. Após um período de realização itinerante fixou-se na cidade do Rio de Janeiro a partir de 2004. Com um crescimento contínuo durante esses mais de 30 anos, o evento tornou-se o maior e mais importante do continente, reunindo os principais nomes, marcas e negócios do segmento turístico.Seguindo uma tendência mundial, em 2009 a ABAV fez uma parceria com a Reed Exhibitions Alcantara Machado para operacionalizar a realização do evento e potencializar ainda mais seu crescimento.
Nova classificação dos hotéis- Foi discutida e feita a última redação do Regulamento de Avaliação de Conformidade para Classificação dos Meios de Hospedagem pelo Ministério do Turismo.
O documento, que entra em vigor em outubro, regula o procedimento para a nova classificação. Em resumo, o meio de hospedagem, já cadastrado no Cadastur, acessa o sistema pela internet, escolhe sua tipologia e categoria e solicita uma avaliação do Mtur, a ser realizada por técnicos treinados do Inmetro.
Os tipos são: hotel, flat, resort, pousada, hotel fazenda, hotel histórico e cama&café. As categorias, de 1 a 5 estrelas, conforme a tipologia. Após a avaliação, estando tudo dentro da conformidade do padrão escolhido, o meio de hospedagem recebe o certificado e pode colocar a placa com suas estrelas na fachada. O processo deve levar, em média, 60 dias e deve custar de 3 a 5 salários mínimos por um período de 3 anos, quando deve refazer o processo.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Infantil
Livro infantil trata a questão dos distúrbios alimentares com linguagem simples e lúdica
Obra aborda o assunto por meio da história de uma divertida rãzinha
que pára de se alimentar para ser rãinha
Os distúrbios alimentares, que compreendem a anorexia, a bulimia e o transtorno do comer compulsivo, têm chamado a atenção dos adultos para a conscientização das crianças. Mas como tratar o tema? A Callis Editora indica a obra “A rãzinha que queria ser rãinha”, do escritor Wilson Pereira.
A rãzinha era jovem, bonita e saudável. O problema é que ela começou a se preocupar demais com o peso e em seguir os padrões de beleza. O resultado? A Rãzinha entrou em uma dieta rígida, e parou de comer, querendo ser rãinha.
De autoria de Wilson Pereira, escritor que tem poemas traduzidos na Itália, Colômbia, Romênia e Argentina, o livro mostra com ilustrações divertidas da mexicana Cecília Rébora, os cuidados que as crianças devem ter e, principalmente, que cada um pode ser bonito de seu jeito.gida, e parou de comer, querendo ser r com o peso e em seguir os padr
Serviço :
Livro A rãzinha que queria ser rãinha
Callis Editora
Autor: Wilson Pereira
Ilustrações: Cecília Rébora
21 cm x 25 cm - 40 páginas
Preço sugerido: R$ 36,00
Obra aborda o assunto por meio da história de uma divertida rãzinha
que pára de se alimentar para ser rãinha
Os distúrbios alimentares, que compreendem a anorexia, a bulimia e o transtorno do comer compulsivo, têm chamado a atenção dos adultos para a conscientização das crianças. Mas como tratar o tema? A Callis Editora indica a obra “A rãzinha que queria ser rãinha”, do escritor Wilson Pereira.
A rãzinha era jovem, bonita e saudável. O problema é que ela começou a se preocupar demais com o peso e em seguir os padrões de beleza. O resultado? A Rãzinha entrou em uma dieta rígida, e parou de comer, querendo ser rãinha.
De autoria de Wilson Pereira, escritor que tem poemas traduzidos na Itália, Colômbia, Romênia e Argentina, o livro mostra com ilustrações divertidas da mexicana Cecília Rébora, os cuidados que as crianças devem ter e, principalmente, que cada um pode ser bonito de seu jeito.gida, e parou de comer, querendo ser r com o peso e em seguir os padr
Serviço :
Livro A rãzinha que queria ser rãinha
Callis Editora
Autor: Wilson Pereira
Ilustrações: Cecília Rébora
21 cm x 25 cm - 40 páginas
Preço sugerido: R$ 36,00
terça-feira, 30 de março de 2010
Bom senso!
Prefeitura garante a realização do FIT em 2010
O prefeito Márcio Lacerda e a presidente da Fundação Municipal de Cultura, Thaís Pimentel, decidiram que a 10ª Edição do Festival Internacional de Teatro Palco & Rua será realizada normalmente, neste ano de 2010. As dificuldades apresentadas serão contornadas, como ocorreu em todas as edições anteriores.
Paralelamente, a Fundação organizará um seminário para discutir e avaliar todas as questões inerentes ao Festival, visando ao fortalecimento cada vez maior do evento. No seminário deverá ser discutida também a possibilidade de realização de nova edição em 2011, promovendo, então, a mudança para anos ímpares, uma vez que a coincidência com eventos como eleições tem dificultado a organização.
A Fundação Municipal de Cultura comunica que todos os esforços serão desenvolvidos para garantir que a 10ª edição do FIT tenha a qualidade que sempre caracterizou o Festival e que tanto encanta a população de Belo Horizonte.
A Fundação divulgará cada etapa do processo de organização do Festival.
Informações: telefone 3277-4620.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Viva a Poesia Sempre Viva!
Cultura e literatura comemoram o Dia Nacional da Poesia em março
No domingo, dia 14 de março, é comemorado o Dia Nacional da Poesia. A data foi escolhida em homenagem ao nascimento do escritor e poeta baiano Castro Alves. Para celebrar esta data tão importante, a Prefeitura, por meio da Fundação Municipal de Cultura, promove durante todo mês diversas atividades gratuitas.No dia 14, a partir das 11h, será realizada, no Coreto do Parque Municipal, uma performance teatral do poema Navio Negreiro, de Castro Alves. O poema descreve com imagens e expressões terríveis a situação dos africanos forçados a saírem de suas terras, separados de suas famílias e tratados como animais nos navios negreiros.
O drama será retratado por meio de gestos, movimentos e fala pelas atrizes Bárbara Rodrigues e Lívia Colen, sob coordenação da Diretora, Beth Haas. Os responsáveis pela atividade são ex-alunos do curso de iniciação teatral do Grupo Cena & Ação. Após a performance, serão distribuídos ao público poesias de autores brasileiros. Haverá também um ensaio aberto com a violinista Nicoly Rejaira.
O Centro Cultural Venda Nova realiza, até o dia 27 de março, de terça a sexta-feira, das 9h às 18h e aos sábados, das 9h às 13h, a Exposição Itinerante “Aspectos Urbanos”. A mostra traz objetos, pinturas, aquarelas, desenhos sobre a temática urbana e também exibe poemas que dialogam com as ilustrações. Participam do projeto aproximadamente 60 poetas com mais de 96 poemas. A curadoria do evento é de Iara Abreu, artista plástica com formação acadêmica e sua temática é o aspecto e a vida urbana, explorando a mistura de técnicas, materiais e linguagens.
As Bibliotecas Regionais São Cristóvão, Bairro das Indústrias, Santa Rita de Cássia e Renascença comemoram o Dia Nacional da Poesia durante todo o mês promovendo uma distribuição de poesias de grandes escritores como Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade, Manuel de Barros e Pablo Neruda, entre outros. A distribuição será para crianças, jovens e adultos, até o dia 31, das 10h às 17h.
Informações pelos telefones 3277-4620 ou 3277-4621.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Hogenério

Wearable Art By Hogenério - A Arte Vestível de Hogenério
Está comemorando 12 anos que fiz a exposição: Wearable Art By Hogenério. A mostra foi sucesso de público e crítica. Agradeço a toda imprensa nacional, principalmente a mineira pelo apoio a divulgação. A brincadeira foi o seguinte: tinha produzido umas peças pros eventos Coca-cola 50 anos de arte em 92, show de Rita Lee (Bossa n´Roll em 91) e formandos de moda UFMG em 92. Logo após uma viagem ao nordeste da Bahia pra passar férias em 94 acabei produzindo a exposição: Werable art by Hogenério em que trabalhei com diversos tipos de materiais como: penas, plásticos, papel, cedulas, tecidos, fibras naturais(tabôa), embalagens de bala, casca de mandioca entre outros.
Mostra: Werable Art By Hogenério.
Local: Galeria de arte do Mercado da Lagoinha.
Entre abril e maio de 1998.
Modelo: Genesco.
Foto: Sebastião Miguel.
Produção: Hogenério e Manoel Hagen.
Mostra: Werable Art By Hogenério.
Local: Galeria de arte do Mercado da Lagoinha.
Entre abril e maio de 1998.
Modelo: Genesco.
Foto: Sebastião Miguel.
Produção: Hogenério e Manoel Hagen.
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