quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Oportunidade!!!
A Profissionalização da carreira de DJ
São Paulo, 16 de fevereiro de 2011 - Atualmente no Brasil a profissão de disc jockey (DJ) está em voga, sendo que até muitos atores globais estão dando uma “palinha” em grandes eventos. No entanto, a profissão de DJ no Brasil ainda tem um longo caminho a trilhar, pois falta profissionalismo.
Segundo o pioneiro criador no Brasil de um programa voltado à música eletrônica Fullmix e DJ Nuta Cookier, em países europeus o profissional dessa área só toca em festas caso tenha produções próprias. Por aqui, muitos levam como uma brincadeira de final de semana, desvalorizando o trabalho de profissionais que buscam fazer cursos, ler revistas especializadas, adquirem vinis e cds”, diz.
O produtor musical afirma que ser DJ não é só glamour. “O disc jockey precisa buscar novidades, tecnologia, ter vasta experiência cultural, é uma área que nunca se estagna. O meio artístico exige inovação e criatividade”.
O produtor musical comenta que além da técnica, o profissional precisa ter habilidades artísticas, como perceber para qual público ele irá atender. “Cada evento exige um preparo e tem personalidades diferentes, pois são públicos heterogêneos. Está atrás de uma pickup exige conhecimento musical, técnico e emocional”.
Dicas para começar a carreira de DJ
1) Curso de DJ;
2) Cartão de visita;
3) Pesquisar músicas em sites especializados, lojas entre outros;
4) Set próprio (músicas exclusivas);
5) Headphone ;
6) Caixa de som;
7) Pickups;
8) Mixer;
9) Saber tocar com disco de vinil (turntable) e CD (CDJ);
10) Se dedicar de corpo e alma e ter estilo próprio.
Sobre DJ Nuta Cookier
Formado em Rádio e Televisão, o DJ Nuta Cookier está há mais de 10 anos no mercado de música eletrônica e é o pioneiro na criação no Brasil de um programa de TV através da internet voltado ao gênero, o Fullmix AllTV. O programa que completa 7 anos é transmitido todas as segundas-feiras, às 20 horas.
DJ Nuta é também produtor musical e está lançando o selo Future Scope Recordings. Além disso, é músico, toca piano e agrega seus conhecimentos musicais em suas composições. Possui vasta experiência em estúdio, no qual é engenheiro de som e masterizador de suas composições e das demais músicas do selo Future Scope Recordings. Já participou de importantes eventos no Brasil e no exterior tais como Skol Beats, Privilege Ibiza World Tour Brasil, Spirit of London, Mondo Paradiso (Espanha) e Caprice Festival (Suíça).
São Paulo, 16 de fevereiro de 2011 - Atualmente no Brasil a profissão de disc jockey (DJ) está em voga, sendo que até muitos atores globais estão dando uma “palinha” em grandes eventos. No entanto, a profissão de DJ no Brasil ainda tem um longo caminho a trilhar, pois falta profissionalismo.
Segundo o pioneiro criador no Brasil de um programa voltado à música eletrônica Fullmix e DJ Nuta Cookier, em países europeus o profissional dessa área só toca em festas caso tenha produções próprias. Por aqui, muitos levam como uma brincadeira de final de semana, desvalorizando o trabalho de profissionais que buscam fazer cursos, ler revistas especializadas, adquirem vinis e cds”, diz.
O produtor musical afirma que ser DJ não é só glamour. “O disc jockey precisa buscar novidades, tecnologia, ter vasta experiência cultural, é uma área que nunca se estagna. O meio artístico exige inovação e criatividade”.
O produtor musical comenta que além da técnica, o profissional precisa ter habilidades artísticas, como perceber para qual público ele irá atender. “Cada evento exige um preparo e tem personalidades diferentes, pois são públicos heterogêneos. Está atrás de uma pickup exige conhecimento musical, técnico e emocional”.
Dicas para começar a carreira de DJ
1) Curso de DJ;
2) Cartão de visita;
3) Pesquisar músicas em sites especializados, lojas entre outros;
4) Set próprio (músicas exclusivas);
5) Headphone ;
6) Caixa de som;
7) Pickups;
8) Mixer;
9) Saber tocar com disco de vinil (turntable) e CD (CDJ);
10) Se dedicar de corpo e alma e ter estilo próprio.
Sobre DJ Nuta Cookier
Formado em Rádio e Televisão, o DJ Nuta Cookier está há mais de 10 anos no mercado de música eletrônica e é o pioneiro na criação no Brasil de um programa de TV através da internet voltado ao gênero, o Fullmix AllTV. O programa que completa 7 anos é transmitido todas as segundas-feiras, às 20 horas.
DJ Nuta é também produtor musical e está lançando o selo Future Scope Recordings. Além disso, é músico, toca piano e agrega seus conhecimentos musicais em suas composições. Possui vasta experiência em estúdio, no qual é engenheiro de som e masterizador de suas composições e das demais músicas do selo Future Scope Recordings. Já participou de importantes eventos no Brasil e no exterior tais como Skol Beats, Privilege Ibiza World Tour Brasil, Spirit of London, Mondo Paradiso (Espanha) e Caprice Festival (Suíça).
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Cultura + cultura
Expositor do Fórum Democrático
defende institucionalização cultural
defende institucionalização cultural
Para o coordenador de Relações Federativas e Sociedade do Ministério da Cultura, Bernardo Novais Mata Machado, a elaboração de um Plano Estadual de Cultura e de uma legislação que crie o Sistema Estadual de Cultura são as principais questões que deveriam pautar a agenda da Assembleia Legislativa de Minas Gerais nos próximos anos. Machado é um dos expositores que discutirá o tema da Cultura na quinta-feira (17/2/11), a partir das 9 horas, durante o Fórum Democrático para o Desenvolvimento de Minas Gerais. Organizado pela Assembleia Legislativa, o evento abordará dez temas relevantes para o desenvolvimento do Estado, entre os dias 15 e 24 de fevereiro.
A partir do debate com especialistas em diversas áreas e com todos os interessados, serão reunidas sugestões que possam ajudar a definir as prioridades e ações da Casa para a 17ª Legislatura. As inscrições para o Fórum podem ser feitas até segunda-feira (14/2), pelo site ou pessoalmente, no Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC) da ALMG.
Segundo Bernardo Machado, o Ministério da Cultura empenha um grande esforço para fortalecer as políticas públicas culturais, o que depende, principalmente, de uma maior institucionalização da área. De acordo com o coordenador, a Constituição Federal destaca o papel do poder público de garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais. "As pessoas pensam que cultura não é assunto do governo, e esse tipo de pensamento é que gera a frágil institucionalização da área", comenta.
Garantias - Bernardo Machado destaca ainda uma série de direitos que, em sua opinião, devem ser o pano de fundo para a institucionalização das políticas públicas do setor. Entre eles estão o direito autoral; o direito à participação na vida cultural, incluindo a livre criação, acesso, difusão e participação nas decisões de políticas culturais; o direito e dever de cooperação cultural; e o direito à diversidade e identidade cultural.
Dentro desta proposta de institucionalização como forma de democratizar, qualificar e fortalecer a gestão pública da área, Bernardo Machado afirma que o Ministério da Cultura propõe o Sistema Nacional de Cultura, que institui processos de gestão e promoção de iniciativas culturais, ajustadas entre a sociedade, os estados e municípios, com o objetivo de promover o desenvolvimento de políticas públicas no setor. "A partir daí propomos o debate de projetos de lei que criem o Sistema Estadual de Cultura de Minas Gerais, de maneira que o Estado tenha órgãos específicos na área", comenta.
Na opinião do coordenador, o Fórum Democrático é uma oportunidade de discutir essas questões. Para ele, o Legislativo tem, nesse processo, um importante papel como mediador entre o poder Executivo, a sociedade e os setores culturais e artísticos. Além de Bernardo Machado, também participarão do debate sobre a Cultura o coordenador do Observatório da Diversidade Cultural e do programa Pensar e Agir com a Cultura, José Márcio Barros, e a coordenadora executiva do projeto "Favela é Isso Aí", Clarice de Assis Libânio.
A partir do debate com especialistas em diversas áreas e com todos os interessados, serão reunidas sugestões que possam ajudar a definir as prioridades e ações da Casa para a 17ª Legislatura. As inscrições para o Fórum podem ser feitas até segunda-feira (14/2), pelo site ou pessoalmente, no Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC) da ALMG.
Segundo Bernardo Machado, o Ministério da Cultura empenha um grande esforço para fortalecer as políticas públicas culturais, o que depende, principalmente, de uma maior institucionalização da área. De acordo com o coordenador, a Constituição Federal destaca o papel do poder público de garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais. "As pessoas pensam que cultura não é assunto do governo, e esse tipo de pensamento é que gera a frágil institucionalização da área", comenta.
Garantias - Bernardo Machado destaca ainda uma série de direitos que, em sua opinião, devem ser o pano de fundo para a institucionalização das políticas públicas do setor. Entre eles estão o direito autoral; o direito à participação na vida cultural, incluindo a livre criação, acesso, difusão e participação nas decisões de políticas culturais; o direito e dever de cooperação cultural; e o direito à diversidade e identidade cultural.
Dentro desta proposta de institucionalização como forma de democratizar, qualificar e fortalecer a gestão pública da área, Bernardo Machado afirma que o Ministério da Cultura propõe o Sistema Nacional de Cultura, que institui processos de gestão e promoção de iniciativas culturais, ajustadas entre a sociedade, os estados e municípios, com o objetivo de promover o desenvolvimento de políticas públicas no setor. "A partir daí propomos o debate de projetos de lei que criem o Sistema Estadual de Cultura de Minas Gerais, de maneira que o Estado tenha órgãos específicos na área", comenta.
Na opinião do coordenador, o Fórum Democrático é uma oportunidade de discutir essas questões. Para ele, o Legislativo tem, nesse processo, um importante papel como mediador entre o poder Executivo, a sociedade e os setores culturais e artísticos. Além de Bernardo Machado, também participarão do debate sobre a Cultura o coordenador do Observatório da Diversidade Cultural e do programa Pensar e Agir com a Cultura, José Márcio Barros, e a coordenadora executiva do projeto "Favela é Isso Aí", Clarice de Assis Libânio.
Turismo em Minas!!!
Minas Turismo Gerais
sergmoreira@ig.com.br - Sérgio Moreira
HOTÉIS OTHON - Inaugura a 22ª unidade- A Rede de Hotéis Othon, único grupo hoteleiro de capital aberto do País, anunciou para fevereiro a inauguração do Pirassununga Othon Suítes, em São Paulo, que será a 22ª unidade da rede. “O Pirassununga Othon Suítes será a primeira unidade, pertencente a uma das grandes bandeiras hoteleiras a chegar na região, explica Tomás Ramos, Diretor Comercial de Hotéis Othon”. Voltado para os segmentos business e turismo, a nova unidade, com administração da Othon, tem 46 apartamentos equipados com ar condicionado Split, TV`s LCD de 26 polegadas e banheiros com porcelana decorada. Há, também, espaço apropriado para trabalho nos apartamentos – com mesa, cadeira, luminária e tomada para notebook, além de salão para eventos com capacidade para 70 pessoas. Até o próximo 31 de maio, o Pirassununga Othon Suítes estará com tarifa promocional: diária de R$ 115,00 +3%.
Pirassununga - A cidade fica próxima de São Paulo, a viagem de carro tem duração média de 2h30. Com 727 quilômetros quadrados e 70 mil habitantes (IBGE-2010), Pirassununga fica na região de Ribeirão Preto e é conhecida por sediar empresas do setor sucroalcooleiro, com destaque para as indústrias de aguardente e usinas de açúcar e álcool, além da produção de artesanato. Além disso, a cidade sedia três pólos industriais. Entre os diversos atrativos de Pirassununga estão: o Teatro Cacilda Becker, que recebeu o nome em homenagem à famosa atriz nascida na cidade, expoente no teatro das décadas de 40 a 60. A Academia da Força Aérea, transferida do Rio de Janeiro para Pirassununga em meados de 1971, um estabelecimento de ensino de nível superior que integra o sistema de formação e aperfeiçoamento do Ministério da Aeronáutica.
Rede Othon - A Rede Othon opera 22 unidades no Brasil, nos estados do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Búzios, Paraty e Macaé); São Paulo (São Paulo, São José dos Campos e Pirassununga); Minas Gerais (Belo Horizonte); Bahia (Salvador); e Ceará (Fortaleza). No exterior, está presente com hotéis na Europa (Lisboa e Porto). Fundado em 1943, é o único grupo hoteleiro de capital aberto do País.
Novo hotel em BH - O antigo prédio que funcionava a administração do Ipsemg, na Praça da Liberdade, em BH está à venda através de leilão. Segundos os dados o prédio está avaliado em R$ 45 milhões, e quem compra-lo tem de instalar no local um hotel. O local é sensacional, em uma das regiões mais bonitas da capital mineira.
Foz do Iguaçu - A região do Paraná, onde está localizada a hidrelétrica de Itaipu, as cataratas de Foz do Iguaçu, os passeios de macuco pelo rio Paraná através das emoções no barco pelas águas molhando os turistas, vem recebendo por ano mais de um milhão 300 mil turistas por ano do Brasil e vários países. A cidade de Foz do Iguaçu está muito bem cuidado com a ruas limpas, segurança, bons hotéis. É um excelente local para passeio. O secretário municipal de Turismo, Filipe Gonzalez vem inovando a cada dia os projetos par ao turismo de Foz do Iguaçu.
Carnaval - A maior festa do Brasil está chegando, na sexta-feira , dia 4 de março o carnaval começa pelo país com muita alegria e descontração.Os hotéis, pousadas e hotéis fazendas estão com as reservas quase em 100% de ocupação.Você que quer viajar no carnaval consulte o agente de viagem e tenha boa diversão.
sergmoreira@ig.com.br - Sérgio Moreira
HOTÉIS OTHON - Inaugura a 22ª unidade- A Rede de Hotéis Othon, único grupo hoteleiro de capital aberto do País, anunciou para fevereiro a inauguração do Pirassununga Othon Suítes, em São Paulo, que será a 22ª unidade da rede. “O Pirassununga Othon Suítes será a primeira unidade, pertencente a uma das grandes bandeiras hoteleiras a chegar na região, explica Tomás Ramos, Diretor Comercial de Hotéis Othon”. Voltado para os segmentos business e turismo, a nova unidade, com administração da Othon, tem 46 apartamentos equipados com ar condicionado Split, TV`s LCD de 26 polegadas e banheiros com porcelana decorada. Há, também, espaço apropriado para trabalho nos apartamentos – com mesa, cadeira, luminária e tomada para notebook, além de salão para eventos com capacidade para 70 pessoas. Até o próximo 31 de maio, o Pirassununga Othon Suítes estará com tarifa promocional: diária de R$ 115,00 +3%.
Pirassununga - A cidade fica próxima de São Paulo, a viagem de carro tem duração média de 2h30. Com 727 quilômetros quadrados e 70 mil habitantes (IBGE-2010), Pirassununga fica na região de Ribeirão Preto e é conhecida por sediar empresas do setor sucroalcooleiro, com destaque para as indústrias de aguardente e usinas de açúcar e álcool, além da produção de artesanato. Além disso, a cidade sedia três pólos industriais. Entre os diversos atrativos de Pirassununga estão: o Teatro Cacilda Becker, que recebeu o nome em homenagem à famosa atriz nascida na cidade, expoente no teatro das décadas de 40 a 60. A Academia da Força Aérea, transferida do Rio de Janeiro para Pirassununga em meados de 1971, um estabelecimento de ensino de nível superior que integra o sistema de formação e aperfeiçoamento do Ministério da Aeronáutica.
Rede Othon - A Rede Othon opera 22 unidades no Brasil, nos estados do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Búzios, Paraty e Macaé); São Paulo (São Paulo, São José dos Campos e Pirassununga); Minas Gerais (Belo Horizonte); Bahia (Salvador); e Ceará (Fortaleza). No exterior, está presente com hotéis na Europa (Lisboa e Porto). Fundado em 1943, é o único grupo hoteleiro de capital aberto do País.
Novo hotel em BH - O antigo prédio que funcionava a administração do Ipsemg, na Praça da Liberdade, em BH está à venda através de leilão. Segundos os dados o prédio está avaliado em R$ 45 milhões, e quem compra-lo tem de instalar no local um hotel. O local é sensacional, em uma das regiões mais bonitas da capital mineira.
Foz do Iguaçu - A região do Paraná, onde está localizada a hidrelétrica de Itaipu, as cataratas de Foz do Iguaçu, os passeios de macuco pelo rio Paraná através das emoções no barco pelas águas molhando os turistas, vem recebendo por ano mais de um milhão 300 mil turistas por ano do Brasil e vários países. A cidade de Foz do Iguaçu está muito bem cuidado com a ruas limpas, segurança, bons hotéis. É um excelente local para passeio. O secretário municipal de Turismo, Filipe Gonzalez vem inovando a cada dia os projetos par ao turismo de Foz do Iguaçu.
Carnaval - A maior festa do Brasil está chegando, na sexta-feira , dia 4 de março o carnaval começa pelo país com muita alegria e descontração.Os hotéis, pousadas e hotéis fazendas estão com as reservas quase em 100% de ocupação.Você que quer viajar no carnaval consulte o agente de viagem e tenha boa diversão.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Reflexão!!!
Oi, Júlio. Aí vai uma contribuição para a Tribuna:
Abs
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A Vida Alheia: e se Adorno tivesse um celular?
Essa postagem busca apenas pontuar algumas questões para os brasileiros que
estudam Adorno e a teoria crítica. Siderados pela crítica de Adorno a
Stravinski e ao jazz, trocando confidências em alemão, deslumbrados com
Schoenberg, eles não têm criticado as novas tecnologias representadas pelos
celulares e a internet e os produtos da indústria cultural tais como as
telenovelas. A recepção de Adorno tem deixado de lado contribuições de
teóricos e pesquisadores tais como José Ramos Tinhorão, Gilberto
Vasconcellos e Glauber Rocha. E, sem isso, o estudo da indústria cultural
tem
sido mero jogo aristocrático de elite, restrito às universidades.
O celular ou telefone móvel generaliza-se na era do capital também móvel
pelo mundo e na voga da razão comunicativa. Embora favoreça a razão
comunicativa, o celular provoca um retrocesso nas boas maneiras, assim como
favorece o uso invasivo ou irracional do telefone. Por fim, com a
proliferação dos
celulares, o diálogo fica praticamente impossível. O diálogo é interrompido
pela chamada insistente dessas pequenas sereias do inferno.
Embora a terceira geração do Instituto de Pesquisa Social em Frankfurt, hoje
em dia, escute Bob Dylan após o corte com a razão negativa realizada por
Habermas, mesmo Dylan é insuportável uma vez transformado em música de fundo
para um celular. E, se antigamente utilizava-se músicas para fundo no
celular, cada vez mais o celular é que determina os rumos da canção popular,
com as canções de massa reiterando sem cessar: “beijo, me liga”, “amor, por
favor, não desligue o telefone”. Não se vende mais um telefone, mas sim a
luxuriante troca de mensagens que se pode fazer através do telefone. No
entanto, essa troca torna a vida dos próximos insuportável, pois se dá
dentro do cinema, no teatro, no trabalho, durante uma palestra, etc. E o
pior é que, nesse mundo idílico do sexo verbalizado, irrompeu há alguns anos
o telelumpen: o trabalhador degradado pelo liberalismo que cai no submundo
do crime e, a partir do presídio, comete crimes através do celular. E os
crimes do telelumpen são justamente a perversão da linguagem do amor
telefônico: o bandido afirma que seu filho foi seqüestrado e logo em seguida
ouve-se a voz de um outro deles que dramatiza, claramente influenciado pelas
telenovelas: “pai, eu te amo”. Se o padrão da Globo é classe média, então a
classe média está sendo vítima, através do celular, de crimes inspirados em
sua própria estética de classe.
O celular opera, então, com o fetiche: compra-se um celular para
possibilitar o sexo oral. As telenovelas operam com um esquema semelhante.
Elas nascem e se apropriam da teorização de esquerda do realismo crítico
enquanto intervenção na realidade, tornando-o realismo reacionário. Assim
como
as “pegadinhas” da TV mostram atores encenando e os passantes têm suas
reações à situação, que tomam como real, registradas e exibidas para criar
constrangimento, ao mesmo tempo, as telenovelas recriam a realidade através
de amplos painéis sociais, reduzindo qualquer conflito de classe a um
conflito entre “pobres” e “ricos”.
O principal assunto da novela é o dinheiro, em torno do qual tudo gira. A
solução para a desigualdade social e a luta de classes é casar com um homem
ou mulher rica. Os defeitos de um homem ou de uma mulher são facilmente
compensados pelo acesso à sua conta bancária, na verdade bem mais cobiçada
do que sua cama. Na ética prostituta da telenovela, uma aula de violino é
desculpa para um encontro sexual extraconjugal. Por trás desse tipo de
situação está a disposição estrutural para colocar toda a cultura para
render dinheiro, desprezando tudo aquilo que, nela, não servir para esse
propósito. Quem não puder se prostituir é “múmia”, no entender desse tipo de
programa televisivo. Como diz o grande jornalista Laerte Braga, que deve ser
urgentemente estudado pelos teóricos da indústria cultural brasileira, o
lema das telenovelas e do BBB é “o bordel em sua casa”.
A apresentação realista e naturalista das novelas, assim como todo o esforço
mercadológico em torno delas, convida a tomarmos a representação enquanto
espelho de nossas vidas e mais, a considerarmos aqueles personagens como
pessoas do mundo real. A telenovela mobiliza as fantasias das massas,
exercendo enorme impacto sobre a vida cultural do País. Aliás, a telenovela
praticamente destruiu o cinema e o teatro do Brasil, arrasando, através do
mercado, com todas as tradições e linguagens que não a dela. Mesmo as leis
de incentivo à cultura do estado subvencionam abertamente produtos com essa
estética.
Nos últimos anos, com o surgimento de novas mídias, a telenovela perdeu
parte de seu impacto cultural. O seu lucro é baseado na venda não só dos
produtos nos comerciais, mas na venda de produtos dentro da ficção: vende-se
produtos apresentados durante as cenas quanto nos intervalos comerciais, por
isso a televisão dá tanto lucro. Para isso, nessa ficção cada vez mais os
objetos ganham uma presença mais viva que os atores. Uma vez num
restaurante, ganha enorme destaque o nome do restaurante, suas mesas e
cadeiras e a refeição. Aliás, as telenovelas operam de forma gastronômica:
tanto as refeições são apresentadas de forma bem atraente, intencionando
produzir o desejo de comer, com os atores e atrizes ganhando também uma
apresentação semelhante, com seus corpos apelando para fantasias sexuais e
masturbatórias. O nome de um galã como Gianechinni torna-se, mais do que um
nome, um adjetivo que é sinônimo de “bonito”: “ele não é Gianechinni”.
Como quem trabalha em televisão é glamourizado, nasceu ao redor das
televisões
toda uma indústria de revistas repugnantes que se ocupam, sem nenhum
escrúpulo, da vida alheia, mas em especial da vida dos famosos, roubando e
invadindo, de forma altamente predatória, sua vida privada, infernizando
suas vidas com uma punição que responde ao fato de terem dinheiro e fama
numa
sociedade como essa. E bem que poderiam adotar o slogan: “a vida alheia é
mais
interessante do que a sua”, uma verdadeira apologia criminosa da alienação
coletiva.
Os atores que fazem a novela e todos que aparecem na televisão passam a
dispor de um enorme capital simbólico, passam a ser “celebridades”, ou seja,
alguém que dispõe de capital simbólico devido à sua visibilidade.
A telenovela, ao entrar em crise, produziu um subproduto diretamente
articulado ao celular: o show de realidade, Big Brother Brasil. Nele,
telefona-se para eliminar um participante e o programa aufere lucros com
isso. O reality show encena o drama de um “campo de concentração”, um drama
nacional: nossas prisões são campos de concentração para pobres. O drama de
um Auschwitz onde o cárcere possibilita a lazeira do consumismo e onde se
tem de falar alto para que sua voz possa ser captada pelos microfones. O
microfone manda na voz do participante e a edição da realidade com a
estética da telenovela, as ligações de celular e o veneno de Bial modelam
seu destino, sua vida e sua
morte dentro do “campo”.
Cada cidadão, despido de culpa coletiva, liga para eliminar um “judeu”, ou
melhor, um participante, que então vai para a câmara de gás da realidade. Lá
fora, o aguarda a sentinela kafkiana e caucasóide chamada Pedro “Bial”, cujo
nome é uma variação alemã de “azul”. É o “kapo” Pedro “Blau” que destila o
seu Azul da Prússia verbal.
A grande diversão, após a novela, é reencenar um dos grandes acontecimentos
de nossa era, tornado agora um mito exaustivamente explorado pelo cinema
norte-americano e muito repetido para poder justificar o martírio do povo
palestino: Auschwitz. Aos sobreviventes do BBB e de Auschwitz sempre se faz
a mesma pergunta: “o que você aprendeu?” Respeitarei muitíssimo mais o
deputado federal do PSOL Jean Wyllys quando ele tiver a coragem de, como uma
personagem do filme O Leitor, d responder a essa pergunta assim: “Não
aprendi nada, os campos (e o BBB) não eram terapia. Se quiser aprender
alguma coisa, não vá aos campos (e não veja o BBB)”. Como reencenação de um
grande drama de nossa era, o slogan do BBB poderia ser: "a solução final ao
alcance de um toque do seu celular".
Após a decadência das novelas, se seguirá a decadência do formato reality
show e isso se dará com rapidez maior do que se deu com o produto
“telenovela”.
Será necessária, no futuro, uma campanha para que a sociedade se
“destelevise”, assim como os estudos de Foucault produziram a luta
antimanicomial: será preciso também uma luta contra a máquina-desejante e
alguém vai ter que também abrir um capítulo para a televisão em um novo
volume de A História da Loucura. Aliás, os foucauldianos e deleuzianos
precisam dizer que a
grande lição do Big Brother é que uma grande empresa de televisão é hoje
também uma das instituições que buscam o controle total, até mais do que
escola, o presídio e o hospício. Faltou a Foucault o insight de que a prisão
onde tudo se podia ver, o panóplio holandês, deu nos campos de concentração
nazistas e, na atualidade, na prisão de consumo do Big Brother Brasil.
revistacidadesol.blogspot.com
[Esse artigo é meu, mas quem quiser ler outras análises adornianas e
derridianas, recomendo arquivoscriticos.blogspot.com]
Lúcio Emílio do Espírito Santo: Guaxupé: MG
Abs
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A Vida Alheia: e se Adorno tivesse um celular?
Essa postagem busca apenas pontuar algumas questões para os brasileiros que
estudam Adorno e a teoria crítica. Siderados pela crítica de Adorno a
Stravinski e ao jazz, trocando confidências em alemão, deslumbrados com
Schoenberg, eles não têm criticado as novas tecnologias representadas pelos
celulares e a internet e os produtos da indústria cultural tais como as
telenovelas. A recepção de Adorno tem deixado de lado contribuições de
teóricos e pesquisadores tais como José Ramos Tinhorão, Gilberto
Vasconcellos e Glauber Rocha. E, sem isso, o estudo da indústria cultural
tem
sido mero jogo aristocrático de elite, restrito às universidades.
O celular ou telefone móvel generaliza-se na era do capital também móvel
pelo mundo e na voga da razão comunicativa. Embora favoreça a razão
comunicativa, o celular provoca um retrocesso nas boas maneiras, assim como
favorece o uso invasivo ou irracional do telefone. Por fim, com a
proliferação dos
celulares, o diálogo fica praticamente impossível. O diálogo é interrompido
pela chamada insistente dessas pequenas sereias do inferno.
Embora a terceira geração do Instituto de Pesquisa Social em Frankfurt, hoje
em dia, escute Bob Dylan após o corte com a razão negativa realizada por
Habermas, mesmo Dylan é insuportável uma vez transformado em música de fundo
para um celular. E, se antigamente utilizava-se músicas para fundo no
celular, cada vez mais o celular é que determina os rumos da canção popular,
com as canções de massa reiterando sem cessar: “beijo, me liga”, “amor, por
favor, não desligue o telefone”. Não se vende mais um telefone, mas sim a
luxuriante troca de mensagens que se pode fazer através do telefone. No
entanto, essa troca torna a vida dos próximos insuportável, pois se dá
dentro do cinema, no teatro, no trabalho, durante uma palestra, etc. E o
pior é que, nesse mundo idílico do sexo verbalizado, irrompeu há alguns anos
o telelumpen: o trabalhador degradado pelo liberalismo que cai no submundo
do crime e, a partir do presídio, comete crimes através do celular. E os
crimes do telelumpen são justamente a perversão da linguagem do amor
telefônico: o bandido afirma que seu filho foi seqüestrado e logo em seguida
ouve-se a voz de um outro deles que dramatiza, claramente influenciado pelas
telenovelas: “pai, eu te amo”. Se o padrão da Globo é classe média, então a
classe média está sendo vítima, através do celular, de crimes inspirados em
sua própria estética de classe.
O celular opera, então, com o fetiche: compra-se um celular para
possibilitar o sexo oral. As telenovelas operam com um esquema semelhante.
Elas nascem e se apropriam da teorização de esquerda do realismo crítico
enquanto intervenção na realidade, tornando-o realismo reacionário. Assim
como
as “pegadinhas” da TV mostram atores encenando e os passantes têm suas
reações à situação, que tomam como real, registradas e exibidas para criar
constrangimento, ao mesmo tempo, as telenovelas recriam a realidade através
de amplos painéis sociais, reduzindo qualquer conflito de classe a um
conflito entre “pobres” e “ricos”.
O principal assunto da novela é o dinheiro, em torno do qual tudo gira. A
solução para a desigualdade social e a luta de classes é casar com um homem
ou mulher rica. Os defeitos de um homem ou de uma mulher são facilmente
compensados pelo acesso à sua conta bancária, na verdade bem mais cobiçada
do que sua cama. Na ética prostituta da telenovela, uma aula de violino é
desculpa para um encontro sexual extraconjugal. Por trás desse tipo de
situação está a disposição estrutural para colocar toda a cultura para
render dinheiro, desprezando tudo aquilo que, nela, não servir para esse
propósito. Quem não puder se prostituir é “múmia”, no entender desse tipo de
programa televisivo. Como diz o grande jornalista Laerte Braga, que deve ser
urgentemente estudado pelos teóricos da indústria cultural brasileira, o
lema das telenovelas e do BBB é “o bordel em sua casa”.
A apresentação realista e naturalista das novelas, assim como todo o esforço
mercadológico em torno delas, convida a tomarmos a representação enquanto
espelho de nossas vidas e mais, a considerarmos aqueles personagens como
pessoas do mundo real. A telenovela mobiliza as fantasias das massas,
exercendo enorme impacto sobre a vida cultural do País. Aliás, a telenovela
praticamente destruiu o cinema e o teatro do Brasil, arrasando, através do
mercado, com todas as tradições e linguagens que não a dela. Mesmo as leis
de incentivo à cultura do estado subvencionam abertamente produtos com essa
estética.
Nos últimos anos, com o surgimento de novas mídias, a telenovela perdeu
parte de seu impacto cultural. O seu lucro é baseado na venda não só dos
produtos nos comerciais, mas na venda de produtos dentro da ficção: vende-se
produtos apresentados durante as cenas quanto nos intervalos comerciais, por
isso a televisão dá tanto lucro. Para isso, nessa ficção cada vez mais os
objetos ganham uma presença mais viva que os atores. Uma vez num
restaurante, ganha enorme destaque o nome do restaurante, suas mesas e
cadeiras e a refeição. Aliás, as telenovelas operam de forma gastronômica:
tanto as refeições são apresentadas de forma bem atraente, intencionando
produzir o desejo de comer, com os atores e atrizes ganhando também uma
apresentação semelhante, com seus corpos apelando para fantasias sexuais e
masturbatórias. O nome de um galã como Gianechinni torna-se, mais do que um
nome, um adjetivo que é sinônimo de “bonito”: “ele não é Gianechinni”.
Como quem trabalha em televisão é glamourizado, nasceu ao redor das
televisões
toda uma indústria de revistas repugnantes que se ocupam, sem nenhum
escrúpulo, da vida alheia, mas em especial da vida dos famosos, roubando e
invadindo, de forma altamente predatória, sua vida privada, infernizando
suas vidas com uma punição que responde ao fato de terem dinheiro e fama
numa
sociedade como essa. E bem que poderiam adotar o slogan: “a vida alheia é
mais
interessante do que a sua”, uma verdadeira apologia criminosa da alienação
coletiva.
Os atores que fazem a novela e todos que aparecem na televisão passam a
dispor de um enorme capital simbólico, passam a ser “celebridades”, ou seja,
alguém que dispõe de capital simbólico devido à sua visibilidade.
A telenovela, ao entrar em crise, produziu um subproduto diretamente
articulado ao celular: o show de realidade, Big Brother Brasil. Nele,
telefona-se para eliminar um participante e o programa aufere lucros com
isso. O reality show encena o drama de um “campo de concentração”, um drama
nacional: nossas prisões são campos de concentração para pobres. O drama de
um Auschwitz onde o cárcere possibilita a lazeira do consumismo e onde se
tem de falar alto para que sua voz possa ser captada pelos microfones. O
microfone manda na voz do participante e a edição da realidade com a
estética da telenovela, as ligações de celular e o veneno de Bial modelam
seu destino, sua vida e sua
morte dentro do “campo”.
Cada cidadão, despido de culpa coletiva, liga para eliminar um “judeu”, ou
melhor, um participante, que então vai para a câmara de gás da realidade. Lá
fora, o aguarda a sentinela kafkiana e caucasóide chamada Pedro “Bial”, cujo
nome é uma variação alemã de “azul”. É o “kapo” Pedro “Blau” que destila o
seu Azul da Prússia verbal.
A grande diversão, após a novela, é reencenar um dos grandes acontecimentos
de nossa era, tornado agora um mito exaustivamente explorado pelo cinema
norte-americano e muito repetido para poder justificar o martírio do povo
palestino: Auschwitz. Aos sobreviventes do BBB e de Auschwitz sempre se faz
a mesma pergunta: “o que você aprendeu?” Respeitarei muitíssimo mais o
deputado federal do PSOL Jean Wyllys quando ele tiver a coragem de, como uma
personagem do filme O Leitor, d responder a essa pergunta assim: “Não
aprendi nada, os campos (e o BBB) não eram terapia. Se quiser aprender
alguma coisa, não vá aos campos (e não veja o BBB)”. Como reencenação de um
grande drama de nossa era, o slogan do BBB poderia ser: "a solução final ao
alcance de um toque do seu celular".
Após a decadência das novelas, se seguirá a decadência do formato reality
show e isso se dará com rapidez maior do que se deu com o produto
“telenovela”.
Será necessária, no futuro, uma campanha para que a sociedade se
“destelevise”, assim como os estudos de Foucault produziram a luta
antimanicomial: será preciso também uma luta contra a máquina-desejante e
alguém vai ter que também abrir um capítulo para a televisão em um novo
volume de A História da Loucura. Aliás, os foucauldianos e deleuzianos
precisam dizer que a
grande lição do Big Brother é que uma grande empresa de televisão é hoje
também uma das instituições que buscam o controle total, até mais do que
escola, o presídio e o hospício. Faltou a Foucault o insight de que a prisão
onde tudo se podia ver, o panóplio holandês, deu nos campos de concentração
nazistas e, na atualidade, na prisão de consumo do Big Brother Brasil.
revistacidadesol.blogspot.com
[Esse artigo é meu, mas quem quiser ler outras análises adornianas e
derridianas, recomendo arquivoscriticos.blogspot.com]
Lúcio Emílio do Espírito Santo: Guaxupé: MG
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Igualdade Racial

BH terá primeiro Conselho Municipal de
Promoção da Igualdade Racial
Encerrarar no dia 25 de janeiroas inscrições para o processo de escolha dos representantes da sociedade civil que irão compor o primeiro Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Compir), promovido pela Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial (CPIR).
O Compir foi instituído pela lei 9.934, que dispõe sobre a Política Municipal de Promoção da Igualdade Racial. Ele deve ser composto por 20 representantes do poder público municipal e 20 representantes de entidades da sociedade civil organizada, entre participantes do movimento negro, mulheres, jovens, empreendedores, representantes de entidades culturais, intelectuais e outros setores. As atribuições do conselho envolvem acompanhar, avaliar e subsidiar o desenvolvimento da política e do Plano Municipal de Promoção da Igualdade Racial (PMPIR).
De acordo com a coordenadora da CPIR, Maria das Graças Sabóia, o conselho é fundamental para garantir a sintonia entre Estado e sociedade na promoção da igualdade racial. “A participação da sociedade civil é importante para o desenvolvimento desta e de outras políticas sociais, uma vez que o Compir pode propor realização de encontros, seminários, pesquisas e estudos sobre os temas constitutivos no PMPIR. Além disso, ele pode emitir pareceres sobre propostas de convênios a serem firmados com organismos nacionais e internacionais, públicos e privados”, explica. As atividades estão previstas para começar em fevereiro desse ano.
Entre as linhas de atuação do conselho, estão o combate ao racismo, preconceito, discriminação, xenofobia e a redução das desigualdades raciais nos campos econômico, social, político e cultural. Política Municipal de Promoção da Igualdade Racial Em junho de 2010, foi instituída, em Belo Horizonte, a Política Municipal de Promoção da Igualdade Racial (PMPIR), contendo as diretrizes, princípios e propostas de ação governamental para a promoção da igualdade racial no município, com a realização de ações a longo, médio e curto prazo, preconizadas no Plano Municipal de Promoção da Igualdade Racial.
O plano foi elaborado em 2007 pelo Fórum Governamental e contou com a colaboração de vários setores da Prefeitura, em processo democrático e intersetorial.
"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado."
ELIE WIESEL
O Compir foi instituído pela lei 9.934, que dispõe sobre a Política Municipal de Promoção da Igualdade Racial. Ele deve ser composto por 20 representantes do poder público municipal e 20 representantes de entidades da sociedade civil organizada, entre participantes do movimento negro, mulheres, jovens, empreendedores, representantes de entidades culturais, intelectuais e outros setores. As atribuições do conselho envolvem acompanhar, avaliar e subsidiar o desenvolvimento da política e do Plano Municipal de Promoção da Igualdade Racial (PMPIR).
De acordo com a coordenadora da CPIR, Maria das Graças Sabóia, o conselho é fundamental para garantir a sintonia entre Estado e sociedade na promoção da igualdade racial. “A participação da sociedade civil é importante para o desenvolvimento desta e de outras políticas sociais, uma vez que o Compir pode propor realização de encontros, seminários, pesquisas e estudos sobre os temas constitutivos no PMPIR. Além disso, ele pode emitir pareceres sobre propostas de convênios a serem firmados com organismos nacionais e internacionais, públicos e privados”, explica. As atividades estão previstas para começar em fevereiro desse ano.
Entre as linhas de atuação do conselho, estão o combate ao racismo, preconceito, discriminação, xenofobia e a redução das desigualdades raciais nos campos econômico, social, político e cultural. Política Municipal de Promoção da Igualdade Racial Em junho de 2010, foi instituída, em Belo Horizonte, a Política Municipal de Promoção da Igualdade Racial (PMPIR), contendo as diretrizes, princípios e propostas de ação governamental para a promoção da igualdade racial no município, com a realização de ações a longo, médio e curto prazo, preconizadas no Plano Municipal de Promoção da Igualdade Racial.
O plano foi elaborado em 2007 pelo Fórum Governamental e contou com a colaboração de vários setores da Prefeitura, em processo democrático e intersetorial.
"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado."
ELIE WIESEL
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Turismo!!!
Minas Turismo Gerais
Sérgio Moreira - sergmoreira@ig.com.br
Museu Guimarães Rosa- A casa em que o escritor mineiro João Guimarães Rosa passou os primeiros anos de sua infância, transformada no Museu Casa Guimarães Rosa, bateu recorde de visitações em 2010: mais de 22 mil pessoas conheceram o local, durante o período. Inaugurado em 1974, o espaço é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG).Construída em fins do século XIX e princípios do XX, a casa é exemplar destinado à moradia, com sala, quartos, cozinha e com pequeno comércio em cômodo da frente. Em 1986, o Museu passou por ampla reforma, recebendo novo projeto museográfico. Uma das novidades foi a instalação de pequeno armazém, em alusão à antiga venda do pai de Guimarães Rosa, Florduardo Pinto Rosa, conhecida como “venda do Seu Fulô”.
Objetos de Guimarães Rosa- O acervo do Museu é composto por objetos de uso pessoal, doméstico e profissional de Guimarães Rosa, um conjunto de fotografias, edições nacionais e estrangeiras de obras e documentação textual – originais manuscritos e datilografados, com destaque para os originais do último livro do escritor, Tatameia, e para a correspondência que manteve com seu pai e também com um amigo, Pedro Barbosa. Concebido pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), por meio da Superintendência de Museus, a missão do Museu Casa Guimarães Rosa é preservar, pesquisar e difundir a obra do poeta, desenvolvendo projetos de atuação na comunidade e no conjunto de bens culturais e naturais de Cordisburgo e cidades vizinhas. O projeto tem ainda parceria com a Associação de Amigos do Museu, que se envolve diretamente nas ações educativas.
O Museu desempenha papel de destaque na dinâmica cultural do Circuito Guimarães Rosa, formado pelos municípios de Araçaí, Curvelo, Inimutaba, Presidente Juscelino, Corinto, Morro da Garça, Felixlândia, Lassance, Várzea da Palma, Três Marias, Pirapora e Buritizeiro, região que foi percorrida por Rosa durante o ano de 1952.
Atrações do Museu - A Semana Roseana, que acontece desde 1988, entre os meses de junho e julho, oferece grade diversidade de oficinas – de literatura, botânica, gravura, desenho, artesanato, além de apresentações teatrais, de música e dança; mesas-redondas e palestras, sempre focadas no escritor e sua obra. Instituído em 1995, o Grupo de Contadores de Estórias Miguilins é um dos principais projetos do Museu, voltado para a formação de crianças e adolescentes de Cordisburgo e municípios viszinhos. Vetores de difusão da obra de Guimarães Rosa, os Miguilins narram trechos das obras do escritor, apresentando-se em espaços culturais em Minas e de outros Estados.
Portal Grande Sertão- Idealizado para ser extensão do Museu Casa Guimarães Rosa e marco da entrada para o sertão mineiro, o Portal Grande Sertão representa, para os habitantes e os visitantes do município de Cordisburgo, o cenário e a alma da obra roseana. Por meio de atividades culturais e educativas desenvolvidas em parceria com a Associação de Amigos, as atividades do Museu Casa Guimarães Rosa não se restringem apenas aos acervos em seu interior. Com uma proposta museológica arrojada e contemporânea, a instituição lança o Portal, no intuito de valorizar o conjunto de bens culturais e naturais do município de Cordisburgo e de regiões vizinhas.
BH Othon Palace- O Belo Horizonte Othon Palace teve no ano de 2010 a melhor performance da capital mineira no que se refere à taxa de ocupação. A média foi de 74%, enquanto a dos principais hotéis da cidade ficou em torno dos 67%. A receita operacional do hotel também teve resultados expressivos. De acordo com o gerente geral, Pedro Varella, se comparado com 2009 o incremento foi de mais de 19%, acima 13% do orçado. O lucro teve incremento de 34% se comparado com o mesmo período do ano anterior.Dezembro
Varella explica que o último dezembro foi um dos melhores dos últimos anos. “Conseguimos alcançar uma ocupação média no mês de dezembro de 65,65%, o que representou incremento de 27% na média do mês em comparação com o mesmo período de 2009, que foi de 51,82%. Os principais hotéis da capital ficaram com média de 51,63%.
Projetos para 2011- O gerente Pedro Varella afirma que espera superar em 10% a receita operacional e em 2% o lucro alcançados em 2010. Quanto aos níveis de ocupação, a meta é conseguir somar mais dois por cento à média alcançada em 2010, passando de 74% para 76%, o que é um número bastante expressivo e desafiador.
Sérgio Moreira - sergmoreira@ig.com.br
Museu Guimarães Rosa- A casa em que o escritor mineiro João Guimarães Rosa passou os primeiros anos de sua infância, transformada no Museu Casa Guimarães Rosa, bateu recorde de visitações em 2010: mais de 22 mil pessoas conheceram o local, durante o período. Inaugurado em 1974, o espaço é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG).Construída em fins do século XIX e princípios do XX, a casa é exemplar destinado à moradia, com sala, quartos, cozinha e com pequeno comércio em cômodo da frente. Em 1986, o Museu passou por ampla reforma, recebendo novo projeto museográfico. Uma das novidades foi a instalação de pequeno armazém, em alusão à antiga venda do pai de Guimarães Rosa, Florduardo Pinto Rosa, conhecida como “venda do Seu Fulô”.
Objetos de Guimarães Rosa- O acervo do Museu é composto por objetos de uso pessoal, doméstico e profissional de Guimarães Rosa, um conjunto de fotografias, edições nacionais e estrangeiras de obras e documentação textual – originais manuscritos e datilografados, com destaque para os originais do último livro do escritor, Tatameia, e para a correspondência que manteve com seu pai e também com um amigo, Pedro Barbosa. Concebido pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), por meio da Superintendência de Museus, a missão do Museu Casa Guimarães Rosa é preservar, pesquisar e difundir a obra do poeta, desenvolvendo projetos de atuação na comunidade e no conjunto de bens culturais e naturais de Cordisburgo e cidades vizinhas. O projeto tem ainda parceria com a Associação de Amigos do Museu, que se envolve diretamente nas ações educativas.
O Museu desempenha papel de destaque na dinâmica cultural do Circuito Guimarães Rosa, formado pelos municípios de Araçaí, Curvelo, Inimutaba, Presidente Juscelino, Corinto, Morro da Garça, Felixlândia, Lassance, Várzea da Palma, Três Marias, Pirapora e Buritizeiro, região que foi percorrida por Rosa durante o ano de 1952.
Atrações do Museu - A Semana Roseana, que acontece desde 1988, entre os meses de junho e julho, oferece grade diversidade de oficinas – de literatura, botânica, gravura, desenho, artesanato, além de apresentações teatrais, de música e dança; mesas-redondas e palestras, sempre focadas no escritor e sua obra. Instituído em 1995, o Grupo de Contadores de Estórias Miguilins é um dos principais projetos do Museu, voltado para a formação de crianças e adolescentes de Cordisburgo e municípios viszinhos. Vetores de difusão da obra de Guimarães Rosa, os Miguilins narram trechos das obras do escritor, apresentando-se em espaços culturais em Minas e de outros Estados.
Portal Grande Sertão- Idealizado para ser extensão do Museu Casa Guimarães Rosa e marco da entrada para o sertão mineiro, o Portal Grande Sertão representa, para os habitantes e os visitantes do município de Cordisburgo, o cenário e a alma da obra roseana. Por meio de atividades culturais e educativas desenvolvidas em parceria com a Associação de Amigos, as atividades do Museu Casa Guimarães Rosa não se restringem apenas aos acervos em seu interior. Com uma proposta museológica arrojada e contemporânea, a instituição lança o Portal, no intuito de valorizar o conjunto de bens culturais e naturais do município de Cordisburgo e de regiões vizinhas.
BH Othon Palace- O Belo Horizonte Othon Palace teve no ano de 2010 a melhor performance da capital mineira no que se refere à taxa de ocupação. A média foi de 74%, enquanto a dos principais hotéis da cidade ficou em torno dos 67%. A receita operacional do hotel também teve resultados expressivos. De acordo com o gerente geral, Pedro Varella, se comparado com 2009 o incremento foi de mais de 19%, acima 13% do orçado. O lucro teve incremento de 34% se comparado com o mesmo período do ano anterior.Dezembro
Varella explica que o último dezembro foi um dos melhores dos últimos anos. “Conseguimos alcançar uma ocupação média no mês de dezembro de 65,65%, o que representou incremento de 27% na média do mês em comparação com o mesmo período de 2009, que foi de 51,82%. Os principais hotéis da capital ficaram com média de 51,63%.
Projetos para 2011- O gerente Pedro Varella afirma que espera superar em 10% a receita operacional e em 2% o lucro alcançados em 2010. Quanto aos níveis de ocupação, a meta é conseguir somar mais dois por cento à média alcançada em 2010, passando de 74% para 76%, o que é um número bastante expressivo e desafiador.
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