segunda-feira, 29 de junho de 2009

Turismo mineiro

Minas Turismo Gerais
Sérgio Moreira
Copa do Mundo
O Mundo acompanhou a Copa das Confederações realizada em junho na ´`África. Todos viram que ainda são necessários muitas obras para a realização da Copa do Mundo, daqui um ano no país africano.
Fica um alerta para o Brasil. Faltam cinco anos para a Copa do Mundo de 2014 no país verde amarelo. Os governos estaduais, municipais e principalmente o federal precisam investir em melhorar para o Brasil fazer bem bonito a copa do mundo de futebol.
As estradas são prioridades estão em péssimas condições. Dizem que na ´`África as estradas são de primeiro mundo. Se lá é primeiro mundo as estradas, aqui são de décimo mundo.
O metrõ precisa ser mais extenso. Aqui em Belo Horizonte a situação é grave. ´`e pouco utilizado por causa de sua pequena extensão de linhas. O tempo parece ser grande, cinco anos. mas tudo passa rápido. Levantem as bandeiras do trabalho e vamos começar a batalha das obras.


Turismo
De 1 a 5 de julho, acontece em São Paulo o Salão de Turismo, promovido pelo Ministério do Turismo e Embratur. Os 26 Estados e o Distrito Federal estarão presentes com suas atracções em estandes com a gostosa culinária de cada estado. São esperados 50 mil pessoas nos cinco dias do evento, no Anhembi.
Abrajet
Os jornalistas da Abrajet-Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo estarão reunidos em São Paulo de 2 a 5 de julho, para a reunião semestral da entidade. Daqui um, ano acontece a eleição da nova diretoria da entidade ligada ao turismo nacional.

Hotel
Os hotéis de Belo Horizonte já começam a se preparar para a Copa do Mundo de 2014. Muitos hotéis já estão planejando com seus funcionários os cursos de inglês, francês e espanhol para receberem os turistas de todo o mundo que acompanham a festa da bola.
Os taxistas também j estão se preparando para estudarem as línguas para não darem o fora em receber os passageiros de outros países.

Centro Administrativo
Com a transferência dos funcionários públicos para o Centro Administrativo no ano que vem para o Serra Verde, região norte da capital mineira, muitas empresas de restaurantes, lojas de roupas e calçados já procuram locais para se instalarem próximos ao local. Segundo os dados serão mais de 20 mil pessoas por dia circulando pelo local, onde vai funcionar o Palácio do Governo e secretaria estaduais. Obra orçada em 1 bilhão e 200 milhões de reais do governo mineiro.

Museu
O Museu Abílio Barreto, localizado no bairro Cidade Jardim, é uma ótima opção de lazer para os belohorizontinos e turistas. O museu conta a história da fundação de Belo Horizonte com fotos, cartas, objetos da época do século 19 e 20. Também está lá um Bonde , que foi um dos primeiros meios de transporte coletivo da capital mineira. O Museu Abílo Barreto é administrado pela Prefeitura de BH.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Rádio Itatiaia

Repórter da rádio Itatiaia não aceita

rótulo de " Fantasma"

A repórter Gabriela Speziali, da Rádio Itatiaia, não aceita ser rotulada como fantasma. "Eu trabalho muito. Já vivi em vários países", diz a jornalista, indignada com a manchete deste Blog.
Gabriela foi nomeada para o gabinete do senador Wellington Salgado no dia 2 de Dezembro passado, dois meses depois de chegar a Brasília. Desde então acumula as funções de correspondente e assessora parlamentar, em situação análoga à de todos os seus colegas na sucursal brasiliense da rede de rádio mineira.
"Você não pode me confundir. Há pessoas e pessoas" , diz, em tom indignado, fazendo uma comparação entre o caso dela e o da jornalista Leid Carvalho, ex-correspondente da mesma emissora que admitiu jamais ter prestados serviços ao senador Hélio costa.
A equipe do Blog tentou contatar a repórter durante a tarde de hoje. Foram disparados vários telefonemas. Duas vezes ela atendeu. A mim, pediu quinze minutos, dizendo que ligaria de volta. A pergunta era clara: o que você faz no gabinente do senador Wellington Salgado ?
A repórter Fernanda Muylaert repetiu a mesma tentativa seis vezes. Gabriela ficou de retonar em cinco minutos e parou de atender aos telefonemas. Conseguimos estabelecer contato com ela depois de quase duas horas.
As explicações fornecidas pela correspondente mudaram conforme as conversas avançavam. Primeiro, ela me disse que trabalhava como assessora de imprensa do senador. Depois, falou que fazia gravações de peças de rádio. Confrontada com a informação de que o próprio senador havia negado ter, desde sempre, assessoria de imprensa ou um profissional encarregado do veículo rádio, a versão foi mudando.
"Eu faço textos em formas de release que alimentam um bancos de dados", assegura Gabriela. Pergunto se os releases são publicados em algum lugar. "Não", diz ela, categoricamente. "É um material produzido para a campanha". Campanha de quem ? Ao que se saiba, Wellington não é candidato -- é candidato a suplente de Hélio Costa, de que sem ufana de ter patrocinado a última campanha que, por vias trasnversas, o transformou em senador da República.
Pergunto à minha colega porque ninguém a conhece no gabinete onde está lotada. "Eu não cumpro expediente. Pra ser assessora não tem que bater ponto", diz ela. É um argumento razoável, com o qual concordo. Não precisa ir regularmente. Mas a ponto de ninguém ter a menor noção de quem é ela, que hipoteticamente trabalha no tal gabinete há mais de meio ano ?
A próxima indagação é sobre a rotina que justifica o salário de assessora parlamentar. "Quantas horas por dia você se ocupa de atividades do gabinete ?". Gabriela nào tem uma resposta pronta. Pergunto, então, se todos os dias ela dedica algum tempo à função. "Todo dia, não. Mas eu tenho uma rotina de trabalho", diz ela.
Gabriela está preocupada e eu entendo sua ansiedade. Deve ser uma jovem repórter com muitos predicados. Não duvido de que ela trabalhe muito, como declara. Deve ser uma pessoa valorosa em busca de uma oportunidade séria na Capital da República. Oportunidade que ainda não encontrou. É muto difícil entender releases que não são publicados, versões que vão se adaptando aos argumentos da contradita, explicações que não parecem plausíveis diante do contexto inquestionável que dá conta de que todos os correspondentes de uma mesma cadeia de rádio estão sujeitos aos mesmos vícios éticos.
Mas estas podem ser conclusões apressadas. Enviei a Gabriela um questionário que ela se dispôes a responder. Comprometi-me a publicar na íntegra as respostas. E assim será. Não acho que ela esteja desprovida de qualquer qualidade que diga respeito ao caráter, ao respeito pela própria profissão, nada disso. Acho apenas que ela é vítima de uma condição muito parecida com a dos jornalistas do anos 50, que ganhavam uma miséria e tinham a autorização expressa dos patrões para encontrar outro meio de vida.
Nesse caso, jornalistas são vítimas. Mesmo quando aparentemente adquirem vantagens.

Fonte: Escrito por Fábio Pannunzio Segunda-feira, 22 de Junho de 2009, 23:59 www.pannunzio.com.br

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Imprensa

Poesia em BHZ

Belô Poético
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das inscrições
V Belô Poético – Encontro Nacional de Poesia de Belo Horizonte
Acesse o site:
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Vide Bula
Poesia é:
cor e ação
é rim
mas
também razão
é o ar que se respira
dizia Arnaldo
num canto de um quarto
de ofício qualquer:
Pois é!
Rogério Salgado & Virgilene Araújo

*Os colaboradores que estão na programação e/ou participam da antologia Poetas En/Cena 3 estão automaticamente inscritos.